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Alterando atalhos de teclado do ATOM Editor (pedido por Andreas)

Já tem um bom tempo que publiquei um post sobre o Editor Atom, dicas legais pra quem tá começando (se ainda não viu veja aqui… https://thiagolucioweb.wordpress.com/2015/06/21/dicas-fundamentais-para-atom-editor-snippets-extensoes-temas-personalizacao/).

De lá pra cá o Editor mudou muito, e melhorou muito mesmo. Hoje temos no Atom um Editor (quase IDE) mais robusto, mais rápido e muito mais personalizável. As atualizações são muitos mais constantes que antes com muito mais pessoas na comunidade de contribuição ativas e com isso o ATOM tem ganhado cada vez mais espaço no mercado de Editores de Código. Fico muito feliz como membro ativo do ATOM quando vejo algum amigo da área usando e ele brilhando na tela da máquina de alguém. A concorrência continua acirrada, VSCode, Sublime Text, Brackets mas mesmo assim ainda acho o ATOM um grande Editor, mais livre pra usar e personalizar.  Isso pra mim é fundamental, poder personalizar o máximo possível a ferramenta de trabalho do dia a dia. O pessoal do núcleo de desenvolvimento do ATOM no Github tá realmente de parabéns, fazendo um excelente trabalho.

Bom, mas deixando os elogios de lado. Estou postando hoje um pedido de um leitor, o Andreas que sugeriu postar sobre como mudar as teclas de atalho no Editor. Coisa que segundo ele mesmo falou ser muito fácil no Sublime Text. Mas no ATOM não é diferente, ouso dizer que é ainda mais fácil nele. Mas vamos direto ver como isso pode ser feito.

O ATOM, possui em suas configurações (settings) um arquivo onde mostra todos os atalhos do Editor, não somente os nativos mas também os atalhos referentes aos plugins (packages) que você instalou nele.

Após entrar em “Settings”(menu superior(linux) -> Edit -> Preferences/ (windows) File -> Preferences), escolha a opção “keybindings”, na sidebar esquerda do menu Settings. Veja a imagem abaixo:

keybindings

Nesta “página” existe a lista com todas as teclas de atalho do ATOM para todas as funções, nativas ou plugins dele onde, na primeira coluna você possui o atalho, na segunda coluna você possui o comando  que é executado com esta tecla de atalho. Na terceira coluna você possui a descrição da funcionalidade ou package a que se refere o comando e o atalho. A quarta coluna é referente ao seletor do atalho, é através dele que o comando é acionado e identificado no editor. A lista é grande então pra ajudar existe um campo de pesquisa para facilitar a busca pela ação desejada.

Vou seguir com o processo de mudança, para que possam saber como é o procedimento passo a passo. Vou escolher um package que tenho instalado no ATOM, se chama “open in browser”. Basicamente ele permite que ou clicando com o botão direito do mouse sobre o arquivo desejado ou usando uma tecla de atalho, você abra o arquivo desejado em seu browser default do sistema. No Sublime text por exemplo uso essa mesma ferramenta através da tecla F12. Vou efetuar essa alteração…

No campo de pesquisa digitei o nome… (nem precisou ser completo):

pesq-open-browser

Ele já me retornou a listagem dele. Repare que ele já consta duas ocorrências. Na verdade isso ocorre porque a segunda que é a destacada porque é das duas a que está ativa já consta a alteração que vou mostrar para vocês. Se eu ainda não a tivesse feito, apareceria somente a original que é a da primeira linha.  Após feita as alterações que vou mostrar aqui, esta segunda linha mostrada na imagem acima vai passar a constar também (ou caso prefira outra tecla de atalho vai aparecer ela na primeira coluna).

Se você observar mais detalhadamente a imagem acima vai ver a mensagem logo abaixo do título “Keybindings” a mensagem “Você pode subscrever estas teclas de atalho copiando e colando as mesmas no seu arquivo de mapa de teclado” (só que em inglês). Bastaria clicar no trecho em azul para ser levado para o arquivo onde vamos aplicar as alterações. Mas você pode acessar ele diretamente indo no menu superior:

Windows – > File -> Keymap

Linux -> Edit -> Keymap

MacOS – > (sei não irmão..rsrsrs)

Uma vez o Arquivo aberto, você vai poder ver que já existe um pequeno tutorial mostrando como alterar ou adicionar novas configurações de atalho. Leia com atenção que já dá pra entender facilmente mas … no nosso exemplo, vamos mudar então o “open in browser”

Ao final dos comentários você adiciona a seguinte linha:

'atom-text-editor':
'f12':'open-in-browser:open'

Explicando o comando acima:

'atom-text-editor': //Ele é o seletor onde o atalho deverá ser aplicado ( a quarta coluna, lembra?).
'f12':'open-in-browser:open' //Estamos atribuindo a tecla f12 : ao comando open-in-browser

Salve as alterações e nem precisa reiniciar o editor, já está funcionando as alterações!

Este mesmo procedimento, seguindo estes mesmos passos também serve para outros atalhos, tanto do core do editor quanto de outros plugins que você tenha instalado.

Você pode obter mais informações sobre keymaps nos endereços abaixo, ai pode ir mais à fundo nisso:

https://atom.io/docs/latest/using-atom-basic-customization#customizing-key-bindings
https://atom.io/docs/latest/behind-atom-keymaps-in-depth

É isso ai!  Espero poder ter ajudado neste dúvida, principalmente ao Andreas que tava interessado.

Grande abraço!

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NeoFetch – O novo e melhorado ScreenFetch – Coloque o trademark-bench do seu sistema no seu bash.

neofetch-trademark

Muitas pessoas já devem ter ouvido falar o Screenfetch, que incrementa o terminal do Linux com informações do sistema e a logo trademark dele, geralmente chamado de trademark bench system por além de mostrar a logo do sistema também informa os dados do sistema. O mais famoso é o Screenfetch, inclusive já fiz um post sobre ele anteriormente (https://thiagolucioweb.wordpress.com/2016/04/03/screenfetch-seu-terminal-linux-incrementado-com-logo-da-distro/).

Agora trago outro concorrente que tem se demonstrado bastante eficiente e com desempenho melhor, mais personalizável e mais bonito (porque não). Então sem mais delongas, como instalamos esta foforização no nosso sistema Linux. Primeiro você tem de baixar o programa e instalar. Existem duas formas pra isso.

Baixar por linha de comando repo no Terminal do seu Linux (Ubuntu e Mint):

$ sudo add-apt-repository ppa:dawidd0811/neofetch
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install neofetch

Linha de Comando se o seu Sistema for Apenas Debian:

$ sudo add-apt-repository ppa:dawidd0811/neofetch
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install neofetch

Caso você prefira pode baixar o arquivo .deb diretamente no repositorio PPA:

https://launchpad.net/ubuntu/+archive/primary/+files/neofetch_2.0.2-1_all.deb

Neste momento do post a versão final é a do link acima mas no futuro você pode ter de pegar uma nova, então segue o link home dos pacotes:

https://launchpad.net/ubuntu/+source/neofetch

Depois de instalar, você deve executar o neofetch pela primeira vez para verificar se ele está funcionando ou não. Abra seu terminal e digite: “Neofetch”

Depois de executar neofetch , pela primeira vez, ele irá criar um arquivo de configuração com todas as opções e configurações:  “$HOME/.config/neofetch/config”

Pronto. Agora ele está funcionando!

Sempre que quiser que ele funcione, basta digitar o comando “neofetch”.

 

::::: AGORA VEM O PLUS ::::::

Coloque ele default pra aparecer no terminal toda vez que você o abrir. Para isso, abra o seu arquivo de configuração do “bash” na sua pasta HOME de usuário “pasta pessoal” Use o gedit (bloco de notas do linux) para isso. Digite:

 sudo gedit ~ /.config/neofetch/config

No última linha adicione este comando abaixo e salve o arquivo:

if [ -f ~/.config/neofetch/config ]; then neofetch; fi

Desta forma, toda vez que você abrir o terminal ele será executado aparecendo no topo.

 

::: Mais informações para quem tem interesse ::::

O arquivo de configuração permite que você através da função printinfo () altere as informações do sistema que você deseja imprimir no terminal. Você pode digitar novas linhas de informação, modificar a linha de informações, excluir determinadas linhas e também ajustar o script usando o código bash para gerenciar as informações a serem impressas.

#! / Usr / bin / env bash
# Vim: fdm = marcador
#
# Neofetch config file
# Https://github.com/dylanaraps/neofetch
# Acelerar script não usando unicode
Export LC_ALL = C
Exportação LANG = C
# Info Options {{{
# Info
# Veja esta página wiki para mais informações:
# Https://github.com/dylanaraps/neofetch/wiki/Customizing-Info
Printinfo () {
Título da informação
Sublinhado de informação
Info modelo "modelo"
Info "OS" distro
Info "Kernel" kernel
Info "Uptime" uptime
Pacotes "Pacotes" de info
Info shell "shell"
Resolução "Resolução"
Info "DE" de
Informação "WM" wm
Info "Tema do WM" wmtheme
Info Tema tema
Ícones "Ícones" de informação
Termo "Terminal"
Info "Fonte do Terminal" termfont
Info CPU CPU
Info "GPU" gpu
Info Memória "memória"
# Info "Uso da CPU" cpu_usage
# Info Disco "disco"
# Info Bateria "bateria"
# Info Fonte "fonte"
# Info Canção "Canção"
# Info "Local IP" localip
# Info "Public IP" publicip
# Info Usuários "Usuários"
# Info "Aniversário" aniversário
Informação linebreak
Cols de informação
Informação linebreak
}
-benzóico.

Para verificar todas as opções de configuração, execute o comando “Neofetch –help”

Depois de alterar o que deseja, aconselho efetuar o teste para ver se está tudo certinho… para isso digite “Neofetch –test”

Para ativar a logo do sistema, por exemplo, você poderá usar o comando “Neofetch –ascii”.

Caso queira saber mais sobre ele, basta acessar o site do desenvolvedor, que na verdade é repositório do Github.

https://github.com/dylanaraps/neofetch/wiki/Installation

É isso ai pessoal!

Espero que gostem.

Até

 

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Terminal do Linux no Windows e erro de console herdado – Como Instalar

Então.

Final de ano, correria mas queria compartilhar este problema que passei com a instalação do Terminal do Linux no Windows 10.

A Instalação é fácil. Se você tiver a atualização de pacote de aniversário do windows ou uma mais recente funciona rapidamente.

1 – Vá em Iniciar e depois Configurações

2 – Atualizações de segurança…

3- Habilita a opção para desenvolvedores do windows 10

4 – Depois através do iniciar pesquise pelo “Ativar ou desativar recursos do windows”

5 – Depois seleciona o windows subsystem pra linux

O Windows vai instalar pra você as atualizações pra que possa usar o Bash…Digite bash no Iniciar do Windows….

 

Agora é que vem (ou não) o problema. Se correr tudo bem, Ele abrirá o prompt e pedirá as informações pra instalação deste bash. Caso contrário (como foi o meu caso) O Prompt abre e fecha muito rapidamente não fazendo nada no seu PC. Neste caso, você deve abrir uma janela do Console do Windows (digite “cmd” no Iniciar e mande rodar) e digitar “bash”, e ai ele mostrará o erro.

“Configurações do console incompativeis. para usar esse recurso, o console herdado deve ser desabilitado”

Obs: este foi o erro apontado para mim. Se aparecer outro pra você me manda uma mensagem que podemos tentar solucionar juntos.

Mas seguindo para resolver este erro é fácil ….

1 Abra o cmd (tecla windows, digite cmd e aperte enter)
2 na barra de título dê um clique com o botão direito do mouse
3 vá em propriedades, aba opções
4 Desmarque a opçao “Usar console herdado (requer reinicialização)

Feito isso, tecla de atalho do windows e digite bash tecle enter e siga as instruções de instalação, feito isso vai funcionar.

 

É isso ai…Um bom Natal e Feliz Ano Novo pra todos os leitores!

E Obrigado pela força, compartilhamento, comentários, críticas e tudo mais…Vocês são demais!

 

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Ícones personalizados na Sidebar Default Sublime Text

sidebar-sublime

A muito tempo sem colocar nada de post resolvi vir postar alguma coisa pequena.

Pra quem usa o Sublime, experimenta os inúmeros temas mas sempre acaba voltando
pro Tema original porque no final ele é mesmo o mais bacana de todos os temas
que existem ai vai uma pequena alteração mais muito legal no Tema Original dele.

O tema original tem como único problema pra mim a “Treeview” original ou “sidebar” como
muitos chamam (inclusive no programa). Quando se trata de projetos e estamos mexendo com
ela fica muito ruim identificar os milhares de documentos referentes ao projeto. Existe
uma solução de UI pra isso que já é usada em muitos outros programas (IDE’s, no caso) que
é iconizar os inúmeros arquivos por tipos (.php, .html, .png, .css, etc).

Com isso, fica mais fácil identificar os arquivos dentro das pastas e sub-pastas do
projeto em que está trabalhando (e por que não projeto(s) aninhados).

A dica aqui é simples. O arquivo zipado em anexo (clique aqui para download) contém um pacote de ícones que eu mesmo
criei mantendo o mesmo estilo original do sublime dos poucos ícones que ele tem. Com
isso você deve apenas descompactar a pasta dentro da sua “Browse Package” de usuário.

O tema original do Sublime, assim como qualquer tema que você instala possui um padrão
de pastas que podem ser subscritas se você colocar no local certo e com isso obter o
resultado desejado. Existem arquivos padrões com nomes padrões e nesta pasta que
estou anexando zipada pra você eles já estão com os devidos nomes aplicados.

A notícias é que esta pasta, dependendo da instalação do Sublime pode mudar de endereço.

Algumas ficam dentro da pasta “packages” e outras simplesmente ficam soltas, dentro da pasta
“Browse packages” mesmo do Usuário.

Para fazer isso, basta ir no menu superior em “Preferences…” -> “Browse Packages” (por isso
chamo a pasta com esse nome, por referência). Então você pode começar tentando diretamente
nesta pasta, se não funcionar ‘e’ se tiver dentro dela outra pasta chamada simplesmente “packages”, você pode (se não funcionar), jogar dentro dela depois.

1 – Crie uma pasta nova chamada “Theme – Default” e pegue os arquivos dentro da pasta descompactada e cole todos lá dentro (ou descompacte o arquivo compactado daqui da matéria diretamente dentro dela).

2 – Abra seu Sublime text que já vai estar funcionando.

Lembre-se, se não funcionar tente recortar esta pasta e colar dentro da pasta “packages” (se existir) e ai vai funcionar.
Conhecimento Adicional 🙂
O Sublime possui ainda uma forma de estilizar a Sidebar do tema original. Pra mim bastou pouca
coisa pra ficar satisfeito. As vezes tenho dificuldade de ler os arquivos por causa do espaçamento original e o tamanho das letras usadas nele. Então bastou mexer um pouquinho no afastamento entre linhas e aumentar um pouco o tamanho da fonte pra poder deixar do jeito que me agradasse. Então é o seguinte.

No mesmo menu superior – “Preferences…” -> “Browse Packages” do seu Sublime, ao abrir a pasta entre na pasta “User”. Dentro dela, se não existir, crie um arquivo chamado “Default.sublime-theme” (caso existe abra ele com um editor de texto ou editor de código como o próprio sublime text por exemplo).

Se ele existir, repare nos códigos que ali existem. Vai perceber um padrão (porque não vou te ensinar a programar aqui né…). De qualquer forma, no meu pessoal deixei apenas…

[
//Sidebar Label
{
“class”: “sidebar_label”,
“color”: [9, 9, 9],
“font.size”: 12.5
},
// Sidebar container
{
“class”: “sidebar_container”,
“layer0.opacity”: 1,
“content_margin”: [0,0,0,0]
},
// Sidebar tree || entries
{
“class”: “sidebar_tree”,
“indent_offset”: 12.5,
“indent”: 15,
“row_padding”: [6,6],
“layer0.opacity”: 1.0,
“indent_top_level”: true
},
]

Se reparar vai ver que estou tratando de forma separada cada padrão de funcionamento da sidebar. Primeiro tratei a label, depois tratei o container (contenedor da sidebar e seu conteúdo) e depois os detalhes da Tree-view. Os comandos são basicamente declarar o local a ser implementado as alterações logo abaixo…

– declaro a class que vai ser afetada (classe css de estilo): “class”: “sidebar_label”,
– declaro qual item da classe deve ser alterado e o valor : “font.size”: 12.5
Para conhecer melhor estes códigos e como eles trabalham no Sublime Text, basta pesquisar pela internet um pouco mais. Uma dica legal é você instalar um tema (SETI_UI por exemplo) e inspecionar este mesmo arquivo de configuração e ver como ele declara o arquivo e como ele funciona. Indico este tema porque é de um dos desenvolvedores do Sublime Text mesmo que criou, então é um bom tema pra estudar e conhecer melhor o Sublime.

Pra quem como eu gosta do Tema Default mas gostaria de fazer os “acertos detalhados das arestas” vai gostar de estudar um pouco sobre isso, o pouco que se estuda trás grande satisfação na hora de usar o programa.

É isso ai pessoal, espero ter ajudado com a foforização do seu Sublime.
Vlw !

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Instalando e configurando JAVA no seu Linux.

Todo mundo que desenvolve precisa, seja pra rodar máquina virtual ou pra acessar seu banco ou outra necessidade essencial o JAVA está presente como a propaganda mesmo fala em milhões de dispositivos pelo mundo. Para os desenvolvedores em especial ainda é muito importante ter o JAVA instalado e configurado na sua máquina. No Linux, mais especificamente no Ubuntu e suas distros tem milhares de posts falando em como instalar (incluindo este né…) o bendito na sua máquina.
Me deparei com este problema aqui, não porque não tinha mas porque não estava corretamente configurado. Então aproveitando a problemática resolvi fazer minhas consultas pra solucionar o problema.
Praticamente em todos os posts a repositório é sempre o mesmo, o PPA. Então resolvi ir direto na fonte e pesquisar pois lá tem a informação de como instalar passo a passo. Geralmente as pessoas vão em posts como este para poder saber como fazer isso, então vou ser o mais reto possível nisso passando a informação da forma PPA de instalar que deve ser a mais correta, certo?
Primeiro se desejar fazer o mesmo segue o link do PPA para isso:
Mas para os mais preguiçosos segue os comandos abaixo, ele é pra instalação e configuração do mesmo.
Vai ter usar o terminal (Digita ai as teclas em conjunto…CTRL+SHIFT+T) pra abrir seu amigo:
sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/java
sudo apt-get update
sudo apt-get install oracle-java8-installer
A primeira linha baixa e instala e configura o repositório PPA do Java na sua máquina. A segunda atualiza a sourcelist de atualizações do seu linux e a terceira instala efetivamente o JAVA na versão 8 que é a última agora. Demora mesmo mas ele vai mostrando o progresso da instalação passo a passo.
Quando acabar…verifica se a instalação está OK…digitando no terminal :
java -version
e digite também …
javac -version
Se ele informar que o comando não foi reconhecido (o que era o meu caso) então você vai ter de configurar as variáveis de ambiente. Tem o jeito manual pra quem gosta…digitando linhas de comando direto pra gravação das paths e tem o jeito automatizado, que o JAVA possui dentro dele como script pra fazer isso pra você…Vamos primeiro a mais fácil, automatizada.
sudo apt-get install oracle-java8-set-default
Com este comando você configura as suas variáveis de ambiente. Repita os comandos anteriores java -version e javac -version para se assegurar. Então, se der tudo certo pode partir pro abraço.
Mas caso não funcione, ai vamos pra configuração mais complicadinha…a pros teimosos…
Primeiro configura a variável JAVA_HOME:
export JAVA_HOME=/opt/jdk1.8.0_66
Depois a Variável JRE_HOME:
export JRE_HOME=/opt/jdk1.8.0_66/jre
E finalmente a variável PATH:
export PATH=$PATH:/opt/jdk1.8.0_66/bin:/opt/jdk1.8.0_66/jre/bin
Depois disso, você tenta de novo, deve funcionar agora…o java -version e o javac -version
Espero ter ajudado….pra mim funfou 😉
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Conheça o Gerador de Templates em Branco para WordPress Online

telaSiteGerador

Se você desenvolve Sites para clientes particulares como eu, o famoso Freela-man, com certeza já utilizou a plataforma CMS para desenvolver estes Sites. Quando o assunto é criar Sites para clientes que precisam gerenciar conteúdo e não querem depender dos desenvolvedores o CMS é uma alternativa quase certa, poupa tempo, já te dá a interface necessária para administrar via back-end o front dos Sites.

Os que mais utilizo são o WordPress e o Joomla. Particularmente acho o Joomla mais Profissional, sua interface Administrativa é bem mais intuitiva e a nível de UI mais bem elaborada que o WordPress que possui um painel de controle confuso e plugins que se comportam da forma mais diferente possível.

Em compensação de um tempo pra cá o Joomla tem se tornado uma ferramenta mais difícil de se trabalhar, encontrar bons plugins gratuitos e extensões que não exijam um nível maior de conhecimento para se desenvolver com ele. Isso é, tem se tornado uma ferramenta mais chata de se desenvolver. Ainda prefiro ele, mesmo com as dificuldades que ando observando pelos motivos ditos anteriormente.

No entanto, o WordPress se difundiu muito mais entre os leigos e a internet, as pessoas preferem ele pois tem mais plugins, mais templates e mais opções. Como as pessoas comuns não ficam fazendo nada além de geralmente fazer posts, então o WordPress é o líder do Segmento. Ele também é mais fácil de se Desenvolver, possui estrutura fragmentada (ou particionada) e além de milhares de materiais na internet de consulta, é o campeão de gente comum, não desenvolvedor.

Se você é como eu e odeia ter de ficar pegando templates para WordPress na Internet e ficar horas tentando entender como ele funciona e desvendando como alterar o template para se adequar aos desejos de seus clientes e geralmente ou prefere recorrer aos “builders” de WordPress ou Frameworks para criar seus templates do zero, ou ainda ficar bastante tempo criando na mão mesmo existe uma ferramenta na internet muito boa que pode lhe ser uma “mão na roda” na hora de iniciar um novo projeto WP. E ele se chama Underscores (http://underscores.me/).

Basicamente, o que ele faz é criar uma estrutura em branco de template para WordPress, você entra no Site, digita o nome do template (ou do projeto) para dar um nome ao template e faz o download dele clicando no botão ao lado do campo que digitou o nome (generate).

Depois é instalar normalmente no seu WordPress como um template qualquer. Ele vem em branco. Analisando a estrutura dele você vai ver que ele é bem comum, fácil de entender sua estrutura dando bastante liberdade e com alguns layouts já criados dentro dele referentes a posicionamento de menu entre outros (sidebar, footer, search, error404, etc). Vale bastante à pena fuçar nem que seja pra conhecer ou estudar como ele funciona, sempre acrescenta.

Ele também vem com uma estrutura básica de css e html que você pode implementar o framework que desejar como bootstrap ou material design ou outra desejada…ele já vem com o mínimo para que você possa detectar o que vai aonde.

Vai lá e confere, vale à pena.

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ScreenFetch – Seu terminal Linux incrementado com Logo da Distro

Captura de tela_2016-04-03_18-03-50

Depois de ficar bastante tempo sem escrever nada porque ferreiro de casa, espeto de pau. Principalmente na nossa área pra quem trabalha com Tecnologia é complicado ter tempo pra ficar dedicando a alimentar Blog, atualizar o próprio site, estas coisas…afinal estamos sempre com clientes pra atender, trabalhos pra fazer, estudo pra por em dia, compromissos acadêmicos e outros que acabam com nosso tempo, resolvi escrever esse post que é pequeno mas pra quem, como eu,  curte incrementar suas distros linux (e tudo que tem dentro delas) pode ser bem legal.  Mas chega de papo furado…

Quem usa muito o terminal do Linux e tá a fim de dar uma cara legal nela e ainda de plus ter as informações do sistema com facilidade existe um pequeno (pequeno mesmo) aplicativo pra Bash que se chama ScreenFecth. Ele faz basicamente é informar pra você via terminal as informações do seu sistema e coloca a logo que representa sua distro desenhada em ASCII no seu terminal.

Tem muito artigo ensinando a instalar via linha de comando mas muitos são chatos e complicados pra quem não é usuário avançado do Linux. Então resolvi fazer este post ensinando de forma muito fácil, usando um arquivo “.DEB” atualizado sempre na última versão a instalar baixando ele direto do PPA atualizado e instalando via instalador gráfico do Ubuntu ( ou distros baseadas nele).

Primeiro passo, é baixar a versão do ScreenFetch atualizada no link PPA dele, o arquivo .DEB. Para isso entre no link abaixo:

https://launchpad.net/~djcj/+archive/ubuntu/screenfetch/+packages

OBS: Lembrando que são pras distros Ubuntu incluindo ele mesmo. Eu particularmente gosto mais do pacote criado pela “vivid” pois é um pacote para sistemas 64 bits enquanto o “Trusty” e o “precise” usam pacotes 32bits, então se sua distro for 64 bits baixe o “Vivid” que é a primeira opção de download.

pacotex64-screenfetch

Baixe o pacote “.deb” para o seu micro e depois simplesmente clique nele pra começar a fazer a instalação direto pelo instalador de programas visual do seu Linux.

Uma vez instalado, abra seu terminal e digite “screenfetch” para executar o programa e ele mostrar na tela do seu terminal a imagem com os dados da sua distro.

imagem-terminal-screenfetch

No meu caso estou usando no meu Notebook mais antigo a distro Mint então a logo que aparece é a dele, se o seu for Ubuntu por exemplo, vai aparecer a logo do Ubuntu, sempre a referente a sua distro, isso é automático. Também irá aparecer os dados do seu micro e do S.O e estas informações são sempre úteis.

Existem vários outros comandos mostrando estas informações em outros formatos (screenfetch -v, screenfetch -e, screenfetch -V, screenfetch -n, etc…) Para ver todas as variações digite “screenfetch -h”.

Depois disso fica a pergunta quase sempre que é “Como eu faço pra colocar default no meu terminal toda vez que eu abrir ele para que mostre o screenfetch com a logo?”

Isso é fácil (de certa forma é…). Basta você ir no seu arquivo de configuração do terminal, o arquivo “.bashrc” no seu diretório home e editar ele, pode ser até mesmo no gedit por exemplo e adicionar (colar) na última linha o seguinte comando:

if [ -f /usr/bin/screenfetch ]; then screenfetch; fi

Salve seu arquivo editado e reinicie seu terminal e quando abrir novamente voalá…ele executará toda vez que abrí-lo.

Para facilitar, caso desejem segue ai em anexo meu próprio arquivo .bashrc para download, dai é só salvar (não se esquece de fazer backup do seu caso não goste do visual do meu) na sua pasta home do linux. CLIQUE AQUI

Espero que tenham gostado…Dúvida é só colocar nos comentários que SEMPRE respondo.

Abraços.

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Usabilidade – Dicas importantes…

Recentemente, a gigante de Mountain View divulgou uma série de boas práticas e princípios de design para desenvolvedores de aplicativos para o Android que são válidos para qualquer site, inclusive para sua loja virtual, uma vez que esses princípios são resultado de muita pesquisa e investimento em usabilidade e design de interação.

Se partirmos da premissa de que uma loja gera mais vendas se proporcionar uma boa experiência de compra, tiver uma curva de aprendizado pequena e, principalmente, se permitir que o cliente encontre o produto e finalize o processo de compra o mais rápido possível, posso afirmar que, seguindo à risca as dicas do Google, sua loja venderá muito mais. (É claro que outros fatores também contribuem para o sucesso das vendas, como preço, produto, plataforma e a divulgação da loja, mas como isso varia muito de loja para loja, vamos nos focar apenas na usabilidade.)

As dicas a seguir foram divididas em 2 conceitos fundamentais: Forma e Função.

Forma

A beleza não está apenas no design da sua loja. Para que ela seja encantadora, é preciso pensar em efeitos de transição, no tamanho correto das fontes e em uma boa diagramação. Pense na combinação perfeita entre beleza, simplicidade e propósito para oferecer uma primorosa experiência de compra ao seu cliente.

1- Pense nas fontes

Escolha fontes de fácil leitura e use o tamanho apropriado para cada tipo de público que você deseja alcançar. Lembre-se de que quanto mais contrastante for a relação entre as cores da fonte e do fundo, mais cansativa será a leitura de textos longos. Utilize contrastes fortes apenas para chamar a atenção para links e botões.

2- Destaque os botões

Coloque efeitos para quando o mouse estiver sobre os botões, para que a ação seja perceptível. Não deixe de pensar em como serão as versões de botões inativos e tenha em mente que os botões call-to-action devem ter algum destaque sobre outros elementos em relação a cor e tamanho. Lembre-se de que daltônicos confundem verde e vermelho, por isso escolha bem as cores e os tons utilizados nos seus botões.

3- Saiba quem é o seu público

Conheça o seu público e saiba quais as suas preferências. Ferramentas como o Google Analytics ajudam a entender qual o maior interesse do seu cliente, como ele navega e em qual etapa do processo ele sente mais dificuldade. Reúna essas informações e altere o que for necessário para tornar sua loja um ambiente agradável e familiar.

4- O cliente é quem manda

Permita que o usuário tenha controle sobre a visualização na sua loja, pois isso faz com que ele se sinta no comando. Ofereça várias opções de filtros para refinar a busca apenas com os itens desejados e, se possível, ofereça recursos de customização, como, por exemplo, cadastro de imagem de perfil. Isso ajuda a criar mais proximidade entre o consumidor e a loja.

Função

As lojas virtuais fazem sucesso por simplificarem a vida das pessoas, por isso elas devem ser fáceis de entender. Facilite a procura de produtos e os passos de compra, e não complique o processo com cadastros extensos e desnecessários.

1- Frases curtas

Use frases curtas! As pessoas não vão ler os textos se eles forem compridos. Em vez de usar “Parabéns, o seu cadastro foi realizado com sucesso! Você receberá uma confirmação em seu e-mail.”, prefira usar “Cadastro realizado com sucesso.” Transmite apenas a informação essencial de forma muito mais rápida e fácil de entender. Essa dica também é bastante válida para os botões: em vez de “continuar pagamento”, use apenas “pagar”.

2- Imagens são mais rápidas

Sempre que possível, associe os pontos importantes da sua página com ícones, pois o cérebro irá identificar a área muito mais rapidamente do que se tivesse que “escanear” apenas os textos na tela. Exemplo: telefone, redes sociais, e-mail, carrinho etc. Mas atenção para não substituir os textos por ícones, pois vários estudos de usabilidade comprovam que a associação de texto e ícone é muito mais eficaz do que apenas o uso de ícones.

3- Ajude o cliente a tomar decisões

Ofereça a forma de pagamento mais atraente para o seu cliente e não para você. Sugira produtos relevantes na página de detalhes do produto e no carrinho de compras, utilize a própria inteligência da sua plataforma para que esse trabalho de sugestão de produtos seja feito automaticamente e com coerência. Exemplo: quem está comprando um tablet provavelmente pode querer também uma capa para protegê-lo.

4- Só exiba o que for necessário

Não deixe as telas cheias de informações se elas não forem necessárias. Se você já está nas páginas de check-out, não há necessidade de exibir links para o carrinho, lista de desejos, cadastro ou frase de boas-vindas. Em vez disso, dê lugar para o atendimento on-line, perguntas frequentes, prazo de entrega e sugestões de parcelamento com desconto.

5- Sua loja não é um labirinto virtual

Deixe claro como a navegação foi feita para que seja fácil voltar a páginas já visitadas sempre que necessário. Em uma loja física seria o mesmo que identificar as seções com placas para que o cliente encontre o que procura e volte para pegar um produto que já tenha visto.

6- Nunca perca as informações

Em qualquer formulário de cadastro, certifique-se de que as informações digitadas não serão perdidas caso haja algum erro na página. Não há nada mais chato do que ficar digitando as mesmas informações várias vezes. Caso a sua loja trabalhe com cartão de presente, também é importante que a mensagem do cartão não se perca em caso de erro.

7- Se a aparência é igual, faz a mesma coisa

Use a mesma linguagem para as mesmas ações. Exemplo: use o mesmo botão fechar para todas as janelas, o mesmo ícone para o carrinho etc. Nunca use o mesmo ícone para ações diferentes, como uma lupa para realizar uma busca e a mesma lupa para dar zoom em uma imagem. Isso acaba confundindo o cliente.

Aplicando essas dicas práticas, sua loja virtual estará muito mais preparada para o sucesso de vendas.

Fonte: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/como-vender-mais-com-as-licoes-de-usabilidade-do-google/

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DICAS FUNDAMENTAIS PARA ATOM EDITOR – Snippets, Extensões, Temas, personalização…

O Atom é o Editor de Códigos criado pela comunidade do GITHUB. Em um post anterior falo sobre ele e você pode ler pra saber mais. Mas se você já conhece ele (ou ainda não conhece) aqui vão algumas dicas pessoais de como melhorar este Editor de Códigos tão bacana. 
1- Baixe e instale a versão Zipada, a versão executável, além de se instalar em um lugar bastante estranho (pelo menos no windows) também tem o péssimo hábito de não fazer instalação limpa, deixando versões anteriores e outras pastas e arquivos se acumulando em seu computador então o melhor mesmo é baixar a zipada e descompactar diretamente na raiz do seu Sistema. 
2 – Proxy – Se você usa já é melhor configurar de cara:
Isso foi uma coisa que apanhei bastante na empresa onde trabalho. Configurar o Proxy no Atom pode tomar bastante tempo pesquisando e configurando mesmo. Ele não possui opção manual pra você configurar e vai ter de ser na mão com código mesmo. O Atom cria uma pasta de perfil de usuário dentro da sua pasta de perfil de usuário (no caso falo do windows) chamada “.atom”. Esta pasta possui alguns arquivos onde ele salva suas preferências, extensões, arquivo de estilos e snippets. 
Dentro desta pasta é necessário adicionar dois arquivos configurando o Proxy. Dentro desta pasta você deverá criar um arquivo (se ele não instalar por conta própria) chamado “.apmrc” e dentro dele declarar as configurações de proxy de sua rede, neste formato.
http-proxy=http://usuario:senha@proxy.dominio.com:3128
https-proxy=http://usuario:senha@proxy.dominio.com:3128
OU
http-proxy=http://usuario:senha@IP DO PROXY:3128
https-proxy=http://usuario:senha@IP DO PROXY:3128
proxy=http://usuario:senha@proxy.dominio.com:3128
proxy=http://usuario:senha@IP DO PROXY:3128
****Também coloque as regras gerais de acesso dos pacotes igual abaixo:***
registry=http://registry.npmjs.org/
strict-ssl=false
Obs: Vale à pena lembrar que seu proxy pode ter a porta no final do endereço onde eu coloquei 3128 com outro número, isso é, outro endereço da porta. No caso mais comum é esse 3128 mesmo. No meu caso coloquei todas as linhas digitadas pra não me incomodar qual nomenclatura seria aceita, indico fazer o mesmo. 
Em alguns casos é necessário também criar um arquivo dentro desta mesma pasta chamado “.npmrc” e apenas copie estas linhas e cole nele também e salve os dois dentro da pasta “.atom” dentro do seu perfil de usuário do windows ou seu sistema. Por exemplo, no meu caso é 
“C:\Users\Thiago\.atom”
Com isso seu ATOM passará a aceitar o proxy para atualizar, instalar extensões, e se comunicar com a rede externa na web.
3- Instale e configure uma fonte de texto do editor leve. A original dele já serve mas eu particularmente prefiro e fonte “Ubuntu Mono” da familia Ubuntu. Ela é leve, perfeita pra codificar e faz toda diferença quando temos milhares de linhas de código. Mas a do Atom Nativa também é boa. 
Você pode baixar gratuitamente ela em (http://font.ubuntu.com/). Instale em seu PC e depois vá em seu Atom no menu superior em Files > Settings e configure a fonte. Deixo a minha imagem abaixo:
4 – Crie seus próprios Snippets dentro das suas necessidades. 
Quem inventou a possibilidade de criar Snippets nos Editores é uma pessoa muito inteligente. Você poder fazer seus próprios códigos e usar eles onde quiser, isso é muito útil pois só o desenvolvedor sabe do que precisa. Então já aconselho de cara a você criar os seus próprios snippets. É fácil no Atom. Você deverá ir em Files > Open your Snippets.
Ao abrir o arquivo, você vai perceber que existe uma série de comentário comentados falando em como criar um snippet. Existe um de exemplo lá que é igual ao abaixo:
‘.source.coffee’:
 ‘Console log’:
  ‘prefix’: ‘log’
  ‘body’: ‘console.log $1’
O que acontece é que ao abrir um documento novo, digitando a palavra “log” e digitando a tecla “TAB” ele irá inserir um bloco de código pré-definido na última linha ali, a “body”. O uso da variável $1 ali é pra indicar para o Atom onde termina o seu código a ser inserido, mas não é obrigatório. Você pode criar vários outros até sem mesmo colocar estes caracteres. 
Na internet tem um vasto campo de consulta sobre como fazer Snippets pra Atom mas pra facilitar sua vida, deixo aqui o meu Snippets pessoal que utilizo no atom e assim você poderá perceber como é feito e fazer você mesmo, não precisa ser programador pra isso. Só uma dica, para inserir Snippets HTML nele é necessário color o ‘*’: antes de começar a declarar seus snippets HTML. Isso porque colocando este asterisco você declara ele genericamente e assim não dá problema. 
Para baixar meu Snippets pessoal que possui Snippets de estrutura HTML, HTML5  para responsividade, Bootstrap, Icon Awesome, Jquery e outros, clique no link abaixo. Você deverá salvar e substituir pelo seu já existente que está na pasta “.atom” na raiz do seu Sistema como falado na dica anterior. 
5 – Estilize seu Atom:
Você pode estilizar seu Atom. A versão atual é muito bonita e por isso quase não mudo nada nela. Apenas mudei por exemplo algumas pequenas cores, definição de tamanho de fontes da árvore de arquivos, e fontes dos menus, e a cor de fundo do editor porque quando bate luz na tela ou em ambientes muito iluminados a cor de fundo mais clara faz pouco contraste com as cores das fontes. Também deixo aqui a minha pra você poder baixar, se quiser e ela também se encontra no mesmo lugar das dicas anteriores, na pasta “.atom” dentro do seu perfil de usuário do seu sistema. 
Para acessar, basta ir em Files > Open your Stylesheet
Você pode personalizar tudo que desejar no seu ATOM. Para isso basta inspecionar o editor com um inspetor de códigos igual o do chrome navegador. Você ativa ele indo no menu superior.. View > Developer > Toogle Developer Tools.
Ai você inspeciona o que deseja, pega o nome da classe CSS dela dentro do editor e coloca no seu arquivo Stylesheet mudando cores ou outra coisa que desejar, salva e é subscrito sobre a classe original, fazendo parte do seu Editor. Quando a versão é atualizada não se perde porque ele fica na sua pasta de personalização do Atom.

6 – Dicas de Extensões ou Packages como é chamado pela comunidade.  Para inserir pacotes vá em Files > Settings



Atom Minimap : Como no Sublime Text, o Atom possui um Minimap pra adicionar no editor, ele funciona muito bem e possui um design legal. Rápido também e pode ser instalado digitando no campo de pesquisa Minimap. 
Seu endereço no Github é: https://github.com/atom-minimap/minimap
Tool-bar: 
Pacote muito legal criado pelo Suda (https://github.com/suda/tool-bar) que cria uma barra lateral (você pode colocar em qualquer lado do editor que quiser, esquerdo, direito, em cima ou em baixo) com ícones de atalhos de funções dos menus ou que você mesmo crie. Basta digitar “tool-bar” no “install” do Settings do Atom. Ele não aparecerá sozinho, você precisará baixar mais um pacote que irá inserir pra você os icones na barra e mostrá-la….logo abaixo explico.
Tool-bar-iconshortcuts :
Já aproveito pra indicar a minha própria extensão que trabalha com o Toolbar e vai deixar seu ATOM com a Toolbar igual a da imagem acima ai. Para baixar você deverá ir no meu GITHUB do Pacote que criei e baixar a última versão lá zipada e colar dentro da pasta “.atom/packages”,  que é a pasta como citado anteriormente onde ficam guardados seus arquivos personalizados. 
Obs: Caso queira, você pode baixar diretamente o tool-bar-main do SUDO também via Settings do ATOM. Ele também vai adicionar os ícones como explicado e também vão acionar a sua toolbar mas no caso possui menos ícones que pra mim deixam a desejar por isso criei meu próprio pacote pra toolbar. 
De qualquer forma basta digitar os nomes mostrados na imagem abaixo em  seu menu “install” 
O atalho Github dele é : https://atom.io/packages/tool-bar-main
Atom Beautify: Com ele você pode identar ou formatar seus códigos CSS, JS, HTML e quase todas as linguagens suportadas pelo ATOM. Ele é parecido com o Beautify do Sublime Text, tem o mesmo papel de deixar o código bonito visualmente pra poder trabalhar. 
Atom Synced Sidebar: É como a Sidebar Enhancement do Sublime Text. Ela acrescenta várias funcionalidades a barra de arvore de arquivos do lado esquerdo dos editores de código. 
Color Picker: Adiciona a funcionalidade de escolher a cor desejada em seu código através de uma tooltip de cores onde você escolhe como num editor de cores. Você escolhe, digita enter e ele insere a cor desejada. Também converte as cores de RGB e RGBA, etc. 
Webbox-Color: Ele adiciona ao lado do código da cor a cor dela. Complicado de explicar mas fácil de entender ao visualizar. É realmente muito útil. O legal deste pacote é que ao contrário da maioria ele adiciona depois do código a cor no formato de bolinha e ele não afeta nem atrapalha de ver com clareza o código da cor como na maioria mas você se gostar da cor sobre o código basta ir nos settings da extensão e habilitar a função “Fill Color as Background”. 

Abaixo deixo outros pacotes que também são muito bons e uso. Sempre a mesma forma de instalar. Basta ver a descrição na própria imagem em questão abaixo do nome do pacote.
Por fim, os Temas…Bom Temas nem preciso falar. A versão default dele é linda, não precisa de mais nada. Mas se você quer ver algo diferente…Bom, tem a opção no settings “Themes”, olhando lá você vai encontrar outros temas pra implementar. Mas realmente, nas minha andanças a Original dele é a mais bonita. Se você não gostou do tema de cores dos códigos e quer mudar ou gostar por exemplo do Monokai igual ao original do Sublime, você pode baixar o tema do editor chamado “Monokai” mas realmente não aconselho. 
Espero que tenham gostado…das dicas ai…qualquer coisa malha ai…ou comenta. 
Padrão
atom editor, brackets, comparando editores, editor de codigos, Sublime text

SUBLIME TEXT, ATOM, BRACKETS, NOTEPAD++. Análise rápida…

Nos dias de hoje temos muitas opções de editores de código gratuitos. Eu particularmente me amarro em Editores, gosto muito de codificar, pra mim que sou da velha guarda, trabalhar com os Editores de código de hoje é como jogar Play Station pra nova geração, pura diversão. Por isso eu tenho praticamente todos instalados em meu PC, mesmo que use ele raramente. Conhecer e dominar seus recursos pra mim é uma diversão.
Obviamente como qualquer pessoa tenho meus favoritos, mesmo gostando de codificar com todos. Os grandes IDEs como Eclipse, NetBeans, etc, também tenho instalado mas no meu dia a dia não necessito muito destas ferramentas maiores, só quando trabalho em projetos grandes, geralmente na empresa e por isso não vou falar deles aqui.
Neste Post vou falar dos meus 3 editores prediletos. Sublime Text, Atom e Brackets. Vai ser uma análise bem sucinta e não vou entrar em detalhes mas as diferenças entre eles.
Sublime Text:
 
 
Esse é meu preferido, tanto que tenho uma licença dele na versão 3 e levo comigo uma versão portable onde vou (trabalho, casa, etc). Ele é meu porto seguro. O Sublime text é feito em C++ (Obrigado Adauto Serpa) que começou como uma extensão do VIM (outro editor antigo) e que passou a ter uma identidade própria. Hoje é um dos grandes Editores famoso entre os Webdesigners principalmente mas já se tornou um IDE para programadores.
++
Rapidez:
O Sublime Text é muito rápido. Mesmo enchendo ele de extensões, plugins, temas, etc, ele continua estável e leve, seu desempenho não muda. Sua estabilidade e pouco tamanho assim como consumo de memória no PC ao ser executado faz dele uma verdadeira máquina de editar códigos. Você consegue navegar entre as linhas de códigos na mesma velocidade que pressiona a tecla.
Visual claro e bom pra nossa retina:
Seu visual foi uma revolução gráfica em editores de código. Os olhos agradecem ao ficar horas programando nele pois a sua interface deixa tudo muito claro para a retina humana.
Suporte farto na Web, muita consulta clara pra pesquisar e conhecer a ferramenta:
O Sublime possui além do Site oficial, muitos videos no Youtube, comentários em comunidades e Foruns, isso faz toda diferença quando você está querendo procurar aquela informação que tanto precisa, como fazer snippets, como configurar o proxy, qual extensão é melhor para isso ou aquilo. O Package Control (https://packagecontrol.io/) facilita sua vida de uma forma muito prática quando o assunto é procurar extensões, temas, etc… e instalar as mesmas.
Configurando com código, tudo fica mais estável:
Configurar o Sublime Text com códigos é uma coisa fácil, como disse antes material na web não falta mesmo que você não saiba programar é tranquilo, basta querer de verdade que você faz. Este fato faz com que o que você configura não se perca e seja mais estável.
Seus Arquivos de configuração, extensões, snippets, etc…em um único lugar separado da pasta do programa quando instalado e junto quando o programa é portable:
Tudo muito bem feito. Quando você instala o Sublime no seu micro ele cria uma pasta dentro da pasta de seu perfil de usuário do sistema contendo todos os arquivos de preferências que você criou pra ele. Desde Snippets até as extensões e temas instalados, tudo fica ali, nada se perde até mesmo se você desinstalar o programa ou instalar uma nova versão. Quando você possui a versão portable, ele coloca dentro da pasta packages do programa e quando você atualiza ele nada se perde pois esta pasta é ignorada na atualização.
Menu Superior  > Preferences > Browse Packages
As extensões realmente funcionam:
As extensões do Sublime realmente funcionam, elas não causam travamento nem reiniciando o programa quando você está usando elas.
Suporte e maior parte das linguagens de codificação:
Possui um suporte a praticamente todas as linguagens de programação e isso se reflete no auto-complete bem como a coloração das tags facilitando identificar os códigos.
Continuidade garantida, é pago:
Essa garantia de que você vai ter o programa e que vai ter suporte não é dos maiores argumentos pois hoje em dia, os programas gratuitos possuem comunidade que sustentam esta continuidade por paixão, que é uma grande força. Mas o poder de um software comercial fazem com que a coisa se torne realmente obrigatória e mais garantida. Isso faz com que aquele momento de vida da pessoa que não está com tempo de atualizar o melhorar a ferramenta afete o contínuo aprimoramento dela.
Obs: A única desvantagem se é que se pode ser justo com os outros editores é que ele é pago e a licença não é das mais baratas, comprei a minha por 70 doletas…220 reais na época, mas achei muito bem gasto.
ATOM:
 
Começou inspirado no Sublime Text mas hoje possui identidade própria. Pra conhecer ele e um pouco da história dele basta ver meu post mais antigo que falo sobre este Editor. Sem palavras, hoje é o bicho e possui uma comunidade apaixonada assim como eu por ele que com certeza já o transformou no principal concorrente do Sublime Text, deve superá-lo e na minha opinião é um forte candidato a ameaçar (por que não) as grandes IDE´s do mercado no futuro.
Gratuito e de código aberto:
É sustentado por uma comunidade cada dia mais e mais apaixonada por ele, seu código aberto faz toda diferença e por ser muito bem estruturado permite que até pessoas que não entendem de programação possam contribuir com a ferramenta.
Criado pelo GITHUB,  já é grande coisa né:
Com certeza ter sido iniciado pela comunidade do GITHUB é um peso enorme, sua integração com ele bem como com o GIT, seu padrinho é outra grande vantagem deste editor.
Visual inovador, muita liberdade na hora de personalizar:
Excepcional. O Atom permite que você personalize completamente tudo nele. Sem nenhuma exceção, seu código aberto juntamente com o inspetor de códigos dentro dele faz com que você possa transformar o Atom como bem entender. Isso é realmente fantástico.
Infinidade de extensões que crescem vertiginosamente a uma velocidade absurda muito à frente de qualquer outro editor no mundo:
Isso mesmo. A comunidade deste Editor é tão grande mas tão grande que podemos encontrar hoje em dia extensões que não existem em outros editores e não somente isso. Fazer estas extensões não é uma tarefa difícil com código aberto. Sabendo um pouco de Json, ou coffescript e css você consegue facilmente fazer um “package” pro Atom. Eu mesmo tenho um que criei…(https://github.com/thiagolucio/toolbar-iconshortcuts)
Configuração, e instalação de pacotes e temas, etc. Tudo em interface gráfica:
Mesmo tendo de configurar algumas coisas via codificação o Atom possui uma interface para gerenciar pacotes ( extensões, temas, etc) e versões dele. Também possui acesso via interface pra  configurar a fonte do editor, tamanho da mesma, entre as possibilidades visuais dele.
Suporte e uma boa gama de linguagens:
O Editor possui um suporte a uma grande gama de linguagens de programação e com isso fica mais fácil programar.
Arquivos de preferências, configurações e extensões separados:
Parecido com o Sublime text o ATOM possui uma pasta criada em seu perfil de usuário onde coloca todas as extensões que você instalou, seus arquivos de personalização como Snippets e preferências. Ao instalar uma nova versão isso não se perde.
As Desvantagens:
Bom, é complicado. Isso é um reflexo de ser desenvolvido por comunidade onde muitas pessoas produzem tudo a uma velocidade grande, não existe hierarquia de produção e a coisa pode descambar um pouco sendo complicado controlar tanta produtividade e pessoas.
A melhor frase pra isso seria…ATOM é pra quem sabe e não pra quem quer.
Instabilidade:
O Atom não é uma ferramenta instável. Trava com uma certa facilidade dependendo do arquivo que estamos tentando abrir, em momentos em que estamos programando, ou quando tentamos executar uma extensão ou sobre o código. Realmente não é incomum estarmos trabalhando com ele e simplesmente parar tudo nele, depois de um tempo aparecer aquela janela branca informando que parou.
Muito dependente de APM e NPM, complicações para os usuários comuns:
O Atom usa muito o APM (Atom package Manager) e NodeJS módules e NPM pra trabalhar e com isso quando precisamos configurar um Proxy por exemplo, é uma verdadeira odisséia, demorada e cheia de erros que virá pela frente, no final você consegue mas muita gente desiste por isso. Dá trabalho e você comerá muita tela de CMD e Bash até terminar e conseguir o que quer.
Bugs constantes na instalação de Pacotes:
Muitos pacotes por depender do GITHUB e por depender das pessoas que os desenvolvem vivem dando problemas, principalmente de dependências e ai entra de novo o Bash e o NPM pra ir lá na pasta e baixar as dependências diretamente nelas, ver as mensagens de erros e muitas vezes fazer o download manualmente e isso é realmente um saco. Perde-se muiiiito tempo com isso.
Toda hora sai uma versão nova:
É quase como patrulhar ou monitorar seu filho ou cachorro, praticamente toda semana temos uma ou mais atualização de versão. As vezes estamos atualizando um pacote e descobrimos que saiu uma versão nova ou instalamos uma versão ontem e hoje já tem outra. Isso é bom porque quer dizer que estão sempre melhorando e corriguindo a ferramenta mas é ruim pela necessidade de ficar sempre de olho nisso, as vezes tendo de parar o projeto que estamos trabalhando pra poder atualizar.
Versão executável do instalador do windows muito sujo:
O Instalador executável do windows deixa tudo muito sujo. Você instala uma versão nova no seu PC e ele guarda uma ou duas versões anteriores sem deletar as pastas e com isso acaba por ter um arquivo grande sem necessidade. As dependências e extensões já baixam uma grande quantidade de arquivos e isso tudo é ruim também. O melhor mesmo é instalar a versão zipada na raiz do seu PC, você deleta a velha e baixa a nova zip e descompacta diretamente na sua raiz do S.O e com isso elimina o problema da sujeirada.
Obs:
Apesar de ter vários pontos negativos o ATOM vale demais à pena usar e instalar no seu PC. Mais ainda codificar, realmente pra quem gosta como eu de editores é um prazer enorme começar a mexer numa ferramenta no status que o ATOM está hoje em dia. Os desafios da ferramente, passar pelas dificuldades e conhecer e dominar ela é muito legal. Vale bastante à pena porque é uma ferramenta cada dia mais excepcional. Ainda acho que vai virar a minha predileta.
BRACKETS:
 
Criado pela Adobe na sua proposta de possuir um Editor de Códigos sem fins lucrativos e de código aberto o Brackets possui uma comunidade considerável. Muitas pessoas como eu já o usa e também é promissor. Pelo menos é o que parece mas não dá pra afirmar.
O Brackets possui boa interface gráfica e a cada dia melhora mais e mais sua usabilidade. Pode-se configurar as proriedades básicas como tema, cores, fontes via tela gráfica como o ATOM, é uma ferramenta bastante estável e também possui muitas extensões.
Possui algumas características nativas muito legais como mostrar a cor do código de cores quandose coloca o mouse sobre ela via tooltip e o auto-complete é eficiente.
O visual é parecido com o sublime text mesmo mas também possui identidade visual própria agora.
Possui uma gama boa de extensões e plugins também de fácil visualização, comunidade ativa mesmo que não muito grande.
É leve quando não se coloca muitas extensões mas dependendo de quantas tiver instalado ele pesa, demora a carregar e a digitação fica bastante lenta e irritante. Algumas extensões também podem provocar o travamento do programa, sendo necessário até mesmo removê-las dele. Muitas extensões ficam deprecadas não sendo possível mais usá-las.
Ele também não possui muita documentação para auxiliar no conhecer o programa, tem de peneirar muito mesmo e perder bastante tempo pesquisando sobre o que deseja.
O proxy é bastante complicado de se configurar e se baseia bastante em baixar as extensões manualmente ou arrastá-las no formato zip em seu micro e soltá-las dentro do gerenciador de pacotes do programa ou simplesmente colocar a URL do github e mandar baixar mas muitas vezes também não funciona.
Suporte e poucas linguagens, se resumindo mais a Editor voltado para Webdesigners.
De todos os programas de editores mesmo sendo muito legal na minha opinião é o mais fraco e o que menos tem a tendência de virar uma IDE no futuro.
Gosto dele, como já disse sou apaixonado por editores e ele não é diferente mas não é meu preferido.
 
NOTEPAD ++
 
Gosto bastante dele, nem tem muito o que dizer. Auto-complete animal, suporte e milhares de linguagens, criado e sustentado pela empresa que o criou é fiel a ser gratuito, leve demais, cheio de recursos, configurável com telas gráficas e bastante focado.
Uma ferramenta fenomenal e é item obrigatório no micro de qualquer codificador, mesmo os menos ativos, quebra galho oficial da raça.
Mas infelizmente o mundo mudou e o design UX e UI também…Sua tela no melhor estilo Windows 98 já foi né, bateu na porta…Se mudarem isso vai renascer das cinzas….
Mas não tem nem o que falar mal dele nem bem, é conhecido demais, só qualidades tirando a interface. Não desinstalo da minha máquina nem ferrando e também é um porto seguro pra mim quando o assunto é precisar de algo rápido.
Espero que tenham gostado, idéias são bem vindas.
Futuramente estarei fazendo posts mais específico sobre Editores.
Inté.
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