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Desenvolvedor Utopia e o Mercado Insasiável. Assim se cria a Síndrome do Impostor.

Cara. Achei que tinha abandonado esse meu Blog. Um tempão e nada de postar. Vida loka essa nossa de profissional de TI.

Nessa vibe aí resolví voltar a postar escrevendo sobre algo que tenho observado muito e realmente me pergunto porque isso não muda. Eu comecei na minha profissão em meados da década de 90 e pra quem for falar que eu sou vovozão da TI já pode ir se f*%%@$@!

Naquela época o mercado cometeu o erro que paga até hoje de estimular que o profissional que sabia de tudo um pouco era o mais valorizado porque como estávamos no início de tudo o cara teria de fazer tudo. Consertar computadores, passar cabos de rede, montar servidores, controlar a rede de usuários e mais. Isso era valorizado nas empresas e esse cara era o full-stack da época. 

Mas hoje, depois de tantos anos o mercado continua pagando por este comportamento pois fica afirmando que não existe mão de obra qualificada. São milhares de anúncios de vagas. Mas também são milhares de profissionais por ai. Ao meus olhos, toda geração, praticamente 80% dos jovens de hoje que estão na versão Y e Z querem ser Desenvolvedores. Virou moda. É como uma extensão de ser “gamer”. Vc tem de ser gamer e se formar em TI, ser programador, hacker, em suma, um fucker!

Mas será que o mercado sabe o que está fazendo? Na minha opinião com certeza não. Hoje, o profissional quer se especializar (ele já queria isso antes). E o mercado também quer especialistas, em tudo!

São anúncios de vagas para Front-end que querem que você saiba Java, Banco de dados, Python, Laravel. São vagas de Back-end que querem que você saiba React, tenha noções de CSS e que tenha o dom de relações interpessoais, seja carismático e que tenha boa habilidade pra trabalhar em equipe. Cara, na boa. Como um desenvolvedor back-end consegue trabalhar hoje numa empresa (principalmente as moderninhas, aquelas com puf e playstation que ninguém usa) sem se isolar com fone de ouvido pra produzir? O mercado continua a estimular frenéticamente que o profissional de TI, no caso deste post Desenvolvedores saibam tudo. As vagas Full-stack estão cada vez mais em alta. Começaram ali, no cantinho, uma ou outra mas agora elas estão em todas as descrições de vagas mesmo que o título seja outro como Front ou back-end. Se não estiver nas descrições explícitas elas se camuflam na sessão mais abaixo, no final. Os famosos “Diferenciais” ou “Você terá um diferencial se souber…” e vem toda a descrição daquilo que faltava pra te transformar num full-stack. 

É claro que existem as mínimas excessões de anúncios, estou falando da maioria mas a maioria é o estímulo de mercado. E ouzo dizer que estes anúncios, são aqueles que perceberam que o profissional anunciado não existe ou que se exitir( pois tem aquele pessoal do futuro que nasce hoje né, aquele pessoal evoluído, que não aprende, apenas lê e entende tudo e aprende em uma semana aquilo que você demora 1 ano pra aprender ou é super-dotado no bom sentido), vai querer receber 20 mil por mês e muda a descrição da vaga para encontrar algo mais realista para sua necessidade porque o prazo está curto, a contratação tem de ser rápida. 

Eu vejo isso demais hoje em dia. A coisa piorou com a onda de terceirização para contratação destes profissionais pelas empresas. Estou falando dos Head hunters que já é moda lá fora e agora no Brasil está se tornando coisa comum. As empresas contratam uma empresa especializada em contratação e aproveitam que estão pagando e abusam das exigências junto a essas empresas, quanto ao profissional a ser contratado de forma que faz com que essas empresas tenham de se virar nos 30 pra conseguir algum profissional que chegue ao MVP (mínimo produto viável) das exigências que as empresas querem. Uma tremenda sacanagem com empresas especializadas que são muito importantes para o mercado, obrigando a fazerem seu trabalho sob pressão da sobrevivência de um cliente focado no impossível.

Não diferente tem os anúncios disfarçados. São aqueles anúncios cheio de frases que parecem ser criadas por Coachers Quanticos. Falando das maravilhas de uma empresa e uma descrição “geek” da vaga mas quando se vai na entrevista a pessoa que faz contigo chega de “terninho psicológico” te tratando de forma mais tradicional possível com aquelas pergutinhas clássicas e toscas de modelos de entrevista criados por pessoas que não fazem a menor idéia do que é ser um Desenvolvedor. 

Quando se entra nessas empresas se descobre na maior parte das vezes que são uma zona, são “A Terra prometida que nunca chega”. Os processos, os prazos, as estimativas, as Sprints e os Kanbams??? porra meu, monitor tivesse 2 metros de área visual não dava pra ver todos os cards. Papéis mal definidos quando o são, pessoas passando por cima de papel dos outros rompendo limites de todos os lados. É tudo uma grande zona na maior parte das empresas mesmo na realidade e você entra num inferno na maior parte das vezes ganhando pouco, vivendo pouco, o puf vazio, a mesa de sinuca impenando por falta de uso, o Playstation já tá cansado de rodar os mesmos jogos porque no fundo poucos usam. Aquele tobogâ. PQP, joga aquilo fora, só ocupando espaço pra foto de instagram. 

O que eu acho disso tudo é que temos um mercado enorme de profissionais com potencial para serem profissionais de desenvolvimento de qualidade, mas que leva tempo, tempo para absorver conhecimento, tempo para conhecer o negócio, tempo para se tornar produtivo. As empresas precisam deixar de lado esse anseio de conseguir milagres pagando pouco e começar a ir no foco de solução dos problemas, cobrar do governo impostos menores ou recorrer a métodos de contratação onde se pague melhor e se perca menos dinheiro com impostos. Elas tem condição de fazer isso. 

O mercado deve parar de obrigar as pessoas, ou melhor, os profissionais tratados neste post como máquinas de trabalhar, de alta produtividade de “Sonho do Kanbam” e começar a focar suas necessidades reais para seus projetos, saber planejar equipes bem estruturadas e fazer delas produtivas da forma correta. 

É necessário qualificar a mão de obra que já existe no mercado mas saber que isso leva tempo e que tudo que podem fazer é ter paciência para que esse quadro mude porque fantasiar que ele vai mudar via anúncios e “Sonhos de Sol e Sarfi”. É necessário pegar profissionais com menos exigências e pagar salários melhores porque não dá pra se tornar um profissional melhor e estudar e aprender mais e mais tendo de se preocupar se vai conseguir pagar suas contas, se vestir, trocar o equipamento de trabalho para poder estudar, pagar cursos nem que sejam online tipo allura, etc. 

Não é necessário criar este tipo de estimulo para que as pessoas corram atrás de qualificação. A pessoa é programador porque gosta, porque é isso que ela quer. Ela vai atrás de aprender coisas novas por conta própria. Essa é a principal característica dos profissionais dessa área. 

Existe muito profissional com potencial por aí. Contratar e anúnciar vagas só de Sênior, Pleno,  é eliminar uma galera descomunal. 

Eu não sou o dono da verdade e este post não procura ser um post da verdade absoluta ou o post impessoal e perfeitinho, cheio de bons modos para tratar esse assunto. Alguém precisa falar sobre essas coisas analisando de um lado, sem essa frescurada de palavras que o mundo está se tornando para falar as coisas. Isso aqui é muito mais um desabafo do que um post qualificado. Inspirado em um amigo indicado que não foi contratado por pura palhaçada pois sei que o cara é bom. E com certeza fica aí os votos de meter o sarrafo se não concordar. Não ligo pra críticas, muitas me fazem rir e as outras, elas me ajudam a crescer. 

Grande abraço raça! 

 

 

 

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Instalando OpenJDK 8 no Ubuntu 19.10 e Superior ( Install OpenJDK 8 on Ubuntu 19.10 )

 

Para você que está com a nova versão do Ubuntu 19.10 e começou a instalar programas e viu que o antigo método de instalação do Java 8 não está funcionando então essa dica aqui é pra você. Agora as coisas são um pouco diferentes e vc terá de instalar o pacote JDK8 de outra forma. Eu não sei você mas a maior partes das aplicações que trabalho dão problemas com qualquer versão do JDK maior que 8. Vamos lá, rapidinho…

sudo add-apt-repository ppa:openjdk-r/ppa
sudo apt-get update
sudo apt-get install openjdk-8-jdk

Pronto. Agora o JDK 8 já está instalado em sua máquina.

Para conferir rode no terminal…

java -version

Deverá retornar …

openjdk version "1.8.0_232-ea"
OpenJDK Runtime Environment (build 1.8.0_232-ea-8u232-b04-0ubuntu6-b04)
OpenJDK 64-Bit Server VM (build 25.232-b04, mixed mode

Espero ter ajudado!

 

 

 

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O que é uma função pura?

Uma função pura é aquela que não provoca efeitos colaterais, ou seja, ela não muda qualquer estado na aplicação. Mas não é só isto, ela precisa sempre gerar o mesmo resultado com os mesmos argumentos, ou seja, ela precisa ser completamente determinística.

A filosofia da programação funcional é que estados mutáveis causam problemas. E é verdade, causa mesmo. Claro que ter sempre estados que não mudam geram outros problemas. Note que é virtualmente impossível criar uma aplicação que faça algo útil sem alguma mudança de estado.

Se o resultado de um função é sempre o esperado é mais fácil lidar com aquela função.

Então seu uso tem a ver com facilitar o desenvolvimento, mesmo que isto cause, eventualmente, uma perda de performance. Por isso as linguagens mais pragmáticas só usam imutabilidade quando realmente é útil e não traz outros problemas.

Uma das dificuldades de uma função impura é que ela só pode ser usada em outras funções impuras já que uma impura contamina a pura.

Quando a função só gera um resultado determinístico e não muda estado fica mais entender o seu funcionamento, o fluxo de operações é mais previsível, é mais fácil depurar e testar o código, é preciso depurar menos código já que tende a ter menos erros, é muito mais fácil lidar com concorrência e paralelização, e é mais fácil fazer coisas complexas dada a simplicidade dela, o que inclusive permite otimizações agressivas.

Ao contrário do que muita gente pensa não é o algoritmo que é difícil de lidar é a estrutura de dados. É ela que sempre dá problema. Não é o comportamento e sim o estado. A não ser que o algoritmo seja muito complexo e mal feito.

Por isso muita gente acha que OOP é a oitava maravilha do mundo. Ela tende facilitar a melhor estrutura de dados (ainda que a maioria das pessoas entendem errado e mais dificultam que facilitam, e que não é bem OOP e sim a modularização que faz isto ocorrer), só que OOP ainda prega a mutação de estado, prega que o comportamento altere o estado.

Os funcionalistas consideram OOP uma porcaria porque o estado muda muito. Os pragmáticos sabem quando usar cada coisa. E para isto tem que entender o que está fazendo, o que não é fácil porque não existe receita de bolo e existe muita informação que precisam ser combinadas para tomar a decisão certa.

Então devemos preferir o estado que não muda sempre que isto não cause outros problemas, de performance, por exemplo. Devemos preferir comportamentos que não mudam estado e que não se valem de estados que podem mudar, estes comportamentos são puros.

Uma função que acesse algo externo à aplicação não pode ser pura. Qualquer entrada de dados (ler teclado, acessar armazenamento, receber pacote de rede, acessar outra aplicação, pedir algo para o sistema operacional como o relógio, etc.) ou qualquer cálculo que depende do estado de alguma coisa que a aplicação não controle e não possa garantir que o estado é sempre o mesmo (geração randômica verdadeira é o maior exemplo de algo que deve dar um resultado que depende de um estado não determinístico, tem função randômica que é determinística, embora precisa ser usada de forma específica para ser pura). Para ajudar lidar com isto a linguagens funcionais possuem monads.

Funções matemáticas de forma geral são puras. O que trabalha com tipos por valor passadas por valor costuma ser puro, o que trabalha em algo por referência que seja um objeto imutável costuma ser puro.

Academicamente costuma-se atribuir estas características para uma função pura:

Fontes:

https://pt.stackoverflow.com/questions/255557/o-que-%C3%A9-uma-fun%C3%A7%C3%A3o-pura

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Alterando atalhos de teclado do ATOM Editor (pedido por Andreas)

Já tem um bom tempo que publiquei um post sobre o Editor Atom, dicas legais pra quem tá começando (se ainda não viu veja aqui… https://thiagolucioweb.wordpress.com/2015/06/21/dicas-fundamentais-para-atom-editor-snippets-extensoes-temas-personalizacao/).

De lá pra cá o Editor mudou muito, e melhorou muito mesmo. Hoje temos no Atom um Editor (quase IDE) mais robusto, mais rápido e muito mais personalizável. As atualizações são muitos mais constantes que antes com muito mais pessoas na comunidade de contribuição ativas e com isso o ATOM tem ganhado cada vez mais espaço no mercado de Editores de Código. Fico muito feliz como membro ativo do ATOM quando vejo algum amigo da área usando e ele brilhando na tela da máquina de alguém. A concorrência continua acirrada, VSCode, Sublime Text, Brackets mas mesmo assim ainda acho o ATOM um grande Editor, mais livre pra usar e personalizar.  Isso pra mim é fundamental, poder personalizar o máximo possível a ferramenta de trabalho do dia a dia. O pessoal do núcleo de desenvolvimento do ATOM no Github tá realmente de parabéns, fazendo um excelente trabalho.

Bom, mas deixando os elogios de lado. Estou postando hoje um pedido de um leitor, o Andreas que sugeriu postar sobre como mudar as teclas de atalho no Editor. Coisa que segundo ele mesmo falou ser muito fácil no Sublime Text. Mas no ATOM não é diferente, ouso dizer que é ainda mais fácil nele. Mas vamos direto ver como isso pode ser feito.

O ATOM, possui em suas configurações (settings) um arquivo onde mostra todos os atalhos do Editor, não somente os nativos mas também os atalhos referentes aos plugins (packages) que você instalou nele.

Após entrar em “Settings”(menu superior(linux) -> Edit -> Preferences/ (windows) File -> Preferences), escolha a opção “keybindings”, na sidebar esquerda do menu Settings. Veja a imagem abaixo:

keybindings

Nesta “página” existe a lista com todas as teclas de atalho do ATOM para todas as funções, nativas ou plugins dele onde, na primeira coluna você possui o atalho, na segunda coluna você possui o comando  que é executado com esta tecla de atalho. Na terceira coluna você possui a descrição da funcionalidade ou package a que se refere o comando e o atalho. A quarta coluna é referente ao seletor do atalho, é através dele que o comando é acionado e identificado no editor. A lista é grande então pra ajudar existe um campo de pesquisa para facilitar a busca pela ação desejada.

Vou seguir com o processo de mudança, para que possam saber como é o procedimento passo a passo. Vou escolher um package que tenho instalado no ATOM, se chama “open in browser”. Basicamente ele permite que ou clicando com o botão direito do mouse sobre o arquivo desejado ou usando uma tecla de atalho, você abra o arquivo desejado em seu browser default do sistema. No Sublime text por exemplo uso essa mesma ferramenta através da tecla F12. Vou efetuar essa alteração…

No campo de pesquisa digitei o nome… (nem precisou ser completo):

pesq-open-browser

Ele já me retornou a listagem dele. Repare que ele já consta duas ocorrências. Na verdade isso ocorre porque a segunda que é a destacada porque é das duas a que está ativa já consta a alteração que vou mostrar para vocês. Se eu ainda não a tivesse feito, apareceria somente a original que é a da primeira linha.  Após feita as alterações que vou mostrar aqui, esta segunda linha mostrada na imagem acima vai passar a constar também (ou caso prefira outra tecla de atalho vai aparecer ela na primeira coluna).

Se você observar mais detalhadamente a imagem acima vai ver a mensagem logo abaixo do título “Keybindings” a mensagem “Você pode subscrever estas teclas de atalho copiando e colando as mesmas no seu arquivo de mapa de teclado” (só que em inglês). Bastaria clicar no trecho em azul para ser levado para o arquivo onde vamos aplicar as alterações. Mas você pode acessar ele diretamente indo no menu superior:

Windows – > File -> Keymap

Linux -> Edit -> Keymap

MacOS – > (sei não irmão..rsrsrs)

Uma vez o Arquivo aberto, você vai poder ver que já existe um pequeno tutorial mostrando como alterar ou adicionar novas configurações de atalho. Leia com atenção que já dá pra entender facilmente mas … no nosso exemplo, vamos mudar então o “open in browser”

Ao final dos comentários você adiciona a seguinte linha:

'atom-text-editor':
'f12':'open-in-browser:open'

Explicando o comando acima:

'atom-text-editor': //Ele é o seletor onde o atalho deverá ser aplicado ( a quarta coluna, lembra?).
'f12':'open-in-browser:open' //Estamos atribuindo a tecla f12 : ao comando open-in-browser

Salve as alterações e nem precisa reiniciar o editor, já está funcionando as alterações!

Este mesmo procedimento, seguindo estes mesmos passos também serve para outros atalhos, tanto do core do editor quanto de outros plugins que você tenha instalado.

Você pode obter mais informações sobre keymaps nos endereços abaixo, ai pode ir mais à fundo nisso:

https://atom.io/docs/latest/using-atom-basic-customization#customizing-key-bindings
https://atom.io/docs/latest/behind-atom-keymaps-in-depth

É isso ai!  Espero poder ter ajudado neste dúvida, principalmente ao Andreas que tava interessado.

Grande abraço!

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NeoFetch – O novo e melhorado ScreenFetch – Coloque o trademark-bench do seu sistema no seu bash.

neofetch-trademark

Muitas pessoas já devem ter ouvido falar o Screenfetch, que incrementa o terminal do Linux com informações do sistema e a logo trademark dele, geralmente chamado de trademark bench system por além de mostrar a logo do sistema também informa os dados do sistema. O mais famoso é o Screenfetch, inclusive já fiz um post sobre ele anteriormente (https://thiagolucioweb.wordpress.com/2016/04/03/screenfetch-seu-terminal-linux-incrementado-com-logo-da-distro/).

Agora trago outro concorrente que tem se demonstrado bastante eficiente e com desempenho melhor, mais personalizável e mais bonito (porque não). Então sem mais delongas, como instalamos esta foforização no nosso sistema Linux. Primeiro você tem de baixar o programa e instalar. Existem duas formas pra isso.

Baixar por linha de comando repo no Terminal do seu Linux (Ubuntu e Mint):

$ sudo add-apt-repository ppa:dawidd0811/neofetch
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install neofetch

Linha de Comando se o seu Sistema for Apenas Debian:

$ sudo add-apt-repository ppa:dawidd0811/neofetch
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install neofetch

Caso você prefira pode baixar o arquivo .deb diretamente no repositorio PPA:

https://launchpad.net/ubuntu/+archive/primary/+files/neofetch_2.0.2-1_all.deb

Neste momento do post a versão final é a do link acima mas no futuro você pode ter de pegar uma nova, então segue o link home dos pacotes:

https://launchpad.net/ubuntu/+source/neofetch

Depois de instalar, você deve executar o neofetch pela primeira vez para verificar se ele está funcionando ou não. Abra seu terminal e digite: “Neofetch”

Depois de executar neofetch , pela primeira vez, ele irá criar um arquivo de configuração com todas as opções e configurações:  “$HOME/.config/neofetch/config”

Pronto. Agora ele está funcionando!

Sempre que quiser que ele funcione, basta digitar o comando “neofetch”.

 

::::: AGORA VEM O PLUS ::::::

Coloque ele default pra aparecer no terminal toda vez que você o abrir. Para isso, abra o seu arquivo de configuração do “bash” na sua pasta HOME de usuário “pasta pessoal” Use o gedit (bloco de notas do linux) para isso. Digite:

 sudo gedit ~ /.config/neofetch/config

No última linha adicione este comando abaixo e salve o arquivo:

if [ -f ~/.config/neofetch/config ]; then neofetch; fi

Desta forma, toda vez que você abrir o terminal ele será executado aparecendo no topo.

 

::: Mais informações para quem tem interesse ::::

O arquivo de configuração permite que você através da função printinfo () altere as informações do sistema que você deseja imprimir no terminal. Você pode digitar novas linhas de informação, modificar a linha de informações, excluir determinadas linhas e também ajustar o script usando o código bash para gerenciar as informações a serem impressas.

#! / Usr / bin / env bash
# Vim: fdm = marcador
#
# Neofetch config file
# Https://github.com/dylanaraps/neofetch
# Acelerar script não usando unicode
Export LC_ALL = C
Exportação LANG = C
# Info Options {{{
# Info
# Veja esta página wiki para mais informações:
# Https://github.com/dylanaraps/neofetch/wiki/Customizing-Info
Printinfo () {
Título da informação
Sublinhado de informação
Info modelo "modelo"
Info "OS" distro
Info "Kernel" kernel
Info "Uptime" uptime
Pacotes "Pacotes" de info
Info shell "shell"
Resolução "Resolução"
Info "DE" de
Informação "WM" wm
Info "Tema do WM" wmtheme
Info Tema tema
Ícones "Ícones" de informação
Termo "Terminal"
Info "Fonte do Terminal" termfont
Info CPU CPU
Info "GPU" gpu
Info Memória "memória"
# Info "Uso da CPU" cpu_usage
# Info Disco "disco"
# Info Bateria "bateria"
# Info Fonte "fonte"
# Info Canção "Canção"
# Info "Local IP" localip
# Info "Public IP" publicip
# Info Usuários "Usuários"
# Info "Aniversário" aniversário
Informação linebreak
Cols de informação
Informação linebreak
}
-benzóico.

Para verificar todas as opções de configuração, execute o comando “Neofetch –help”

Depois de alterar o que deseja, aconselho efetuar o teste para ver se está tudo certinho… para isso digite “Neofetch –test”

Para ativar a logo do sistema, por exemplo, você poderá usar o comando “Neofetch –ascii”.

Caso queira saber mais sobre ele, basta acessar o site do desenvolvedor, que na verdade é repositório do Github.

https://github.com/dylanaraps/neofetch/wiki/Installation

É isso ai pessoal!

Espero que gostem.

Até

 

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Terminal do Linux no Windows e erro de console herdado – Como Instalar

Então.

Final de ano, correria mas queria compartilhar este problema que passei com a instalação do Terminal do Linux no Windows 10.

A Instalação é fácil. Se você tiver a atualização de pacote de aniversário do windows ou uma mais recente funciona rapidamente.

1 – Vá em Iniciar e depois Configurações

2 – Atualizações de segurança…

3- Habilita a opção para desenvolvedores do windows 10

4 – Depois através do iniciar pesquise pelo “Ativar ou desativar recursos do windows”

5 – Depois seleciona o windows subsystem pra linux

O Windows vai instalar pra você as atualizações pra que possa usar o Bash…Digite bash no Iniciar do Windows….

 

Agora é que vem (ou não) o problema. Se correr tudo bem, Ele abrirá o prompt e pedirá as informações pra instalação deste bash. Caso contrário (como foi o meu caso) O Prompt abre e fecha muito rapidamente não fazendo nada no seu PC. Neste caso, você deve abrir uma janela do Console do Windows (digite “cmd” no Iniciar e mande rodar) e digitar “bash”, e ai ele mostrará o erro.

“Configurações do console incompativeis. para usar esse recurso, o console herdado deve ser desabilitado”

Obs: este foi o erro apontado para mim. Se aparecer outro pra você me manda uma mensagem que podemos tentar solucionar juntos.

Mas seguindo para resolver este erro é fácil ….

1 Abra o cmd (tecla windows, digite cmd e aperte enter)
2 na barra de título dê um clique com o botão direito do mouse
3 vá em propriedades, aba opções
4 Desmarque a opçao “Usar console herdado (requer reinicialização)

Feito isso, tecla de atalho do windows e digite bash tecle enter e siga as instruções de instalação, feito isso vai funcionar.

 

É isso ai…Um bom Natal e Feliz Ano Novo pra todos os leitores!

E Obrigado pela força, compartilhamento, comentários, críticas e tudo mais…Vocês são demais!

 

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Ícones personalizados na Sidebar Default Sublime Text

sidebar-sublime

A muito tempo sem colocar nada de post resolvi vir postar alguma coisa pequena.

Pra quem usa o Sublime, experimenta os inúmeros temas mas sempre acaba voltando
pro Tema original porque no final ele é mesmo o mais bacana de todos os temas
que existem ai vai uma pequena alteração mais muito legal no Tema Original dele.

O tema original tem como único problema pra mim a “Treeview” original ou “sidebar” como
muitos chamam (inclusive no programa). Quando se trata de projetos e estamos mexendo com
ela fica muito ruim identificar os milhares de documentos referentes ao projeto. Existe
uma solução de UI pra isso que já é usada em muitos outros programas (IDE’s, no caso) que
é iconizar os inúmeros arquivos por tipos (.php, .html, .png, .css, etc).

Com isso, fica mais fácil identificar os arquivos dentro das pastas e sub-pastas do
projeto em que está trabalhando (e por que não projeto(s) aninhados).

A dica aqui é simples. O arquivo zipado em anexo (clique aqui para download) contém um pacote de ícones que eu mesmo
criei mantendo o mesmo estilo original do sublime dos poucos ícones que ele tem. Com
isso você deve apenas descompactar a pasta dentro da sua “Browse Package” de usuário.

O tema original do Sublime, assim como qualquer tema que você instala possui um padrão
de pastas que podem ser subscritas se você colocar no local certo e com isso obter o
resultado desejado. Existem arquivos padrões com nomes padrões e nesta pasta que
estou anexando zipada pra você eles já estão com os devidos nomes aplicados.

A notícias é que esta pasta, dependendo da instalação do Sublime pode mudar de endereço.

Algumas ficam dentro da pasta “packages” e outras simplesmente ficam soltas, dentro da pasta
“Browse packages” mesmo do Usuário.

Para fazer isso, basta ir no menu superior em “Preferences…” -> “Browse Packages” (por isso
chamo a pasta com esse nome, por referência). Então você pode começar tentando diretamente
nesta pasta, se não funcionar ‘e’ se tiver dentro dela outra pasta chamada simplesmente “packages”, você pode (se não funcionar), jogar dentro dela depois.

1 – Crie uma pasta nova chamada “Theme – Default” e pegue os arquivos dentro da pasta descompactada e cole todos lá dentro (ou descompacte o arquivo compactado daqui da matéria diretamente dentro dela).

2 – Abra seu Sublime text que já vai estar funcionando.

Lembre-se, se não funcionar tente recortar esta pasta e colar dentro da pasta “packages” (se existir) e ai vai funcionar.
Conhecimento Adicional 🙂
O Sublime possui ainda uma forma de estilizar a Sidebar do tema original. Pra mim bastou pouca
coisa pra ficar satisfeito. As vezes tenho dificuldade de ler os arquivos por causa do espaçamento original e o tamanho das letras usadas nele. Então bastou mexer um pouquinho no afastamento entre linhas e aumentar um pouco o tamanho da fonte pra poder deixar do jeito que me agradasse. Então é o seguinte.

No mesmo menu superior – “Preferences…” -> “Browse Packages” do seu Sublime, ao abrir a pasta entre na pasta “User”. Dentro dela, se não existir, crie um arquivo chamado “Default.sublime-theme” (caso existe abra ele com um editor de texto ou editor de código como o próprio sublime text por exemplo).

Se ele existir, repare nos códigos que ali existem. Vai perceber um padrão (porque não vou te ensinar a programar aqui né…). De qualquer forma, no meu pessoal deixei apenas…

[
//Sidebar Label
{
“class”: “sidebar_label”,
“color”: [9, 9, 9],
“font.size”: 12.5
},
// Sidebar container
{
“class”: “sidebar_container”,
“layer0.opacity”: 1,
“content_margin”: [0,0,0,0]
},
// Sidebar tree || entries
{
“class”: “sidebar_tree”,
“indent_offset”: 12.5,
“indent”: 15,
“row_padding”: [6,6],
“layer0.opacity”: 1.0,
“indent_top_level”: true
},
]

Se reparar vai ver que estou tratando de forma separada cada padrão de funcionamento da sidebar. Primeiro tratei a label, depois tratei o container (contenedor da sidebar e seu conteúdo) e depois os detalhes da Tree-view. Os comandos são basicamente declarar o local a ser implementado as alterações logo abaixo…

– declaro a class que vai ser afetada (classe css de estilo): “class”: “sidebar_label”,
– declaro qual item da classe deve ser alterado e o valor : “font.size”: 12.5
Para conhecer melhor estes códigos e como eles trabalham no Sublime Text, basta pesquisar pela internet um pouco mais. Uma dica legal é você instalar um tema (SETI_UI por exemplo) e inspecionar este mesmo arquivo de configuração e ver como ele declara o arquivo e como ele funciona. Indico este tema porque é de um dos desenvolvedores do Sublime Text mesmo que criou, então é um bom tema pra estudar e conhecer melhor o Sublime.

Pra quem como eu gosta do Tema Default mas gostaria de fazer os “acertos detalhados das arestas” vai gostar de estudar um pouco sobre isso, o pouco que se estuda trás grande satisfação na hora de usar o programa.

É isso ai pessoal, espero ter ajudado com a foforização do seu Sublime.
Vlw !

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