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Alterando atalhos de teclado do ATOM Editor (pedido por Andreas)

Já tem um bom tempo que publiquei um post sobre o Editor Atom, dicas legais pra quem tá começando (se ainda não viu veja aqui… https://thiagolucioweb.wordpress.com/2015/06/21/dicas-fundamentais-para-atom-editor-snippets-extensoes-temas-personalizacao/).

De lá pra cá o Editor mudou muito, e melhorou muito mesmo. Hoje temos no Atom um Editor (quase IDE) mais robusto, mais rápido e muito mais personalizável. As atualizações são muitos mais constantes que antes com muito mais pessoas na comunidade de contribuição ativas e com isso o ATOM tem ganhado cada vez mais espaço no mercado de Editores de Código. Fico muito feliz como membro ativo do ATOM quando vejo algum amigo da área usando e ele brilhando na tela da máquina de alguém. A concorrência continua acirrada, VSCode, Sublime Text, Brackets mas mesmo assim ainda acho o ATOM um grande Editor, mais livre pra usar e personalizar.  Isso pra mim é fundamental, poder personalizar o máximo possível a ferramenta de trabalho do dia a dia. O pessoal do núcleo de desenvolvimento do ATOM no Github tá realmente de parabéns, fazendo um excelente trabalho.

Bom, mas deixando os elogios de lado. Estou postando hoje um pedido de um leitor, o Andreas que sugeriu postar sobre como mudar as teclas de atalho no Editor. Coisa que segundo ele mesmo falou ser muito fácil no Sublime Text. Mas no ATOM não é diferente, ouso dizer que é ainda mais fácil nele. Mas vamos direto ver como isso pode ser feito.

O ATOM, possui em suas configurações (settings) um arquivo onde mostra todos os atalhos do Editor, não somente os nativos mas também os atalhos referentes aos plugins (packages) que você instalou nele.

Após entrar em “Settings”(menu superior(linux) -> Edit -> Preferences/ (windows) File -> Preferences), escolha a opção “keybindings”, na sidebar esquerda do menu Settings. Veja a imagem abaixo:

keybindings

Nesta “página” existe a lista com todas as teclas de atalho do ATOM para todas as funções, nativas ou plugins dele onde, na primeira coluna você possui o atalho, na segunda coluna você possui o comando  que é executado com esta tecla de atalho. Na terceira coluna você possui a descrição da funcionalidade ou package a que se refere o comando e o atalho. A quarta coluna é referente ao seletor do atalho, é através dele que o comando é acionado e identificado no editor. A lista é grande então pra ajudar existe um campo de pesquisa para facilitar a busca pela ação desejada.

Vou seguir com o processo de mudança, para que possam saber como é o procedimento passo a passo. Vou escolher um package que tenho instalado no ATOM, se chama “open in browser”. Basicamente ele permite que ou clicando com o botão direito do mouse sobre o arquivo desejado ou usando uma tecla de atalho, você abra o arquivo desejado em seu browser default do sistema. No Sublime text por exemplo uso essa mesma ferramenta através da tecla F12. Vou efetuar essa alteração…

No campo de pesquisa digitei o nome… (nem precisou ser completo):

pesq-open-browser

Ele já me retornou a listagem dele. Repare que ele já consta duas ocorrências. Na verdade isso ocorre porque a segunda que é a destacada porque é das duas a que está ativa já consta a alteração que vou mostrar para vocês. Se eu ainda não a tivesse feito, apareceria somente a original que é a da primeira linha.  Após feita as alterações que vou mostrar aqui, esta segunda linha mostrada na imagem acima vai passar a constar também (ou caso prefira outra tecla de atalho vai aparecer ela na primeira coluna).

Se você observar mais detalhadamente a imagem acima vai ver a mensagem logo abaixo do título “Keybindings” a mensagem “Você pode subscrever estas teclas de atalho copiando e colando as mesmas no seu arquivo de mapa de teclado” (só que em inglês). Bastaria clicar no trecho em azul para ser levado para o arquivo onde vamos aplicar as alterações. Mas você pode acessar ele diretamente indo no menu superior:

Windows – > File -> Keymap

Linux -> Edit -> Keymap

MacOS – > (sei não irmão..rsrsrs)

Uma vez o Arquivo aberto, você vai poder ver que já existe um pequeno tutorial mostrando como alterar ou adicionar novas configurações de atalho. Leia com atenção que já dá pra entender facilmente mas … no nosso exemplo, vamos mudar então o “open in browser”

Ao final dos comentários você adiciona a seguinte linha:

'atom-text-editor':
'f12':'open-in-browser:open'

Explicando o comando acima:

'atom-text-editor': //Ele é o seletor onde o atalho deverá ser aplicado ( a quarta coluna, lembra?).
'f12':'open-in-browser:open' //Estamos atribuindo a tecla f12 : ao comando open-in-browser

Salve as alterações e nem precisa reiniciar o editor, já está funcionando as alterações!

Este mesmo procedimento, seguindo estes mesmos passos também serve para outros atalhos, tanto do core do editor quanto de outros plugins que você tenha instalado.

Você pode obter mais informações sobre keymaps nos endereços abaixo, ai pode ir mais à fundo nisso:

https://atom.io/docs/latest/using-atom-basic-customization#customizing-key-bindings
https://atom.io/docs/latest/behind-atom-keymaps-in-depth

É isso ai!  Espero poder ter ajudado neste dúvida, principalmente ao Andreas que tava interessado.

Grande abraço!

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NeoFetch – O novo e melhorado ScreenFetch – Coloque o trademark-bench do seu sistema no seu bash.

neofetch-trademark

Muitas pessoas já devem ter ouvido falar o Screenfetch, que incrementa o terminal do Linux com informações do sistema e a logo trademark dele, geralmente chamado de trademark bench system por além de mostrar a logo do sistema também informa os dados do sistema. O mais famoso é o Screenfetch, inclusive já fiz um post sobre ele anteriormente (https://thiagolucioweb.wordpress.com/2016/04/03/screenfetch-seu-terminal-linux-incrementado-com-logo-da-distro/).

Agora trago outro concorrente que tem se demonstrado bastante eficiente e com desempenho melhor, mais personalizável e mais bonito (porque não). Então sem mais delongas, como instalamos esta foforização no nosso sistema Linux. Primeiro você tem de baixar o programa e instalar. Existem duas formas pra isso.

Baixar por linha de comando repo no Terminal do seu Linux (Ubuntu e Mint):

$ sudo add-apt-repository ppa:dawidd0811/neofetch
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install neofetch

Linha de Comando se o seu Sistema for Apenas Debian:

$ sudo add-apt-repository ppa:dawidd0811/neofetch
$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install neofetch

Caso você prefira pode baixar o arquivo .deb diretamente no repositorio PPA:

https://launchpad.net/ubuntu/+archive/primary/+files/neofetch_2.0.2-1_all.deb

Neste momento do post a versão final é a do link acima mas no futuro você pode ter de pegar uma nova, então segue o link home dos pacotes:

https://launchpad.net/ubuntu/+source/neofetch

Depois de instalar, você deve executar o neofetch pela primeira vez para verificar se ele está funcionando ou não. Abra seu terminal e digite: “Neofetch”

Depois de executar neofetch , pela primeira vez, ele irá criar um arquivo de configuração com todas as opções e configurações:  “$HOME/.config/neofetch/config”

Pronto. Agora ele está funcionando!

Sempre que quiser que ele funcione, basta digitar o comando “neofetch”.

 

::::: AGORA VEM O PLUS ::::::

Coloque ele default pra aparecer no terminal toda vez que você o abrir. Para isso, abra o seu arquivo de configuração do “bash” na sua pasta HOME de usuário “pasta pessoal” Use o gedit (bloco de notas do linux) para isso. Digite:

 sudo gedit ~ /.config/neofetch/config

No última linha adicione este comando abaixo e salve o arquivo:

if [ -f ~/.config/neofetch/config ]; then neofetch; fi

Desta forma, toda vez que você abrir o terminal ele será executado aparecendo no topo.

 

::: Mais informações para quem tem interesse ::::

O arquivo de configuração permite que você através da função printinfo () altere as informações do sistema que você deseja imprimir no terminal. Você pode digitar novas linhas de informação, modificar a linha de informações, excluir determinadas linhas e também ajustar o script usando o código bash para gerenciar as informações a serem impressas.

#! / Usr / bin / env bash
# Vim: fdm = marcador
#
# Neofetch config file
# Https://github.com/dylanaraps/neofetch
# Acelerar script não usando unicode
Export LC_ALL = C
Exportação LANG = C
# Info Options {{{
# Info
# Veja esta página wiki para mais informações:
# Https://github.com/dylanaraps/neofetch/wiki/Customizing-Info
Printinfo () {
Título da informação
Sublinhado de informação
Info modelo "modelo"
Info "OS" distro
Info "Kernel" kernel
Info "Uptime" uptime
Pacotes "Pacotes" de info
Info shell "shell"
Resolução "Resolução"
Info "DE" de
Informação "WM" wm
Info "Tema do WM" wmtheme
Info Tema tema
Ícones "Ícones" de informação
Termo "Terminal"
Info "Fonte do Terminal" termfont
Info CPU CPU
Info "GPU" gpu
Info Memória "memória"
# Info "Uso da CPU" cpu_usage
# Info Disco "disco"
# Info Bateria "bateria"
# Info Fonte "fonte"
# Info Canção "Canção"
# Info "Local IP" localip
# Info "Public IP" publicip
# Info Usuários "Usuários"
# Info "Aniversário" aniversário
Informação linebreak
Cols de informação
Informação linebreak
}
-benzóico.

Para verificar todas as opções de configuração, execute o comando “Neofetch –help”

Depois de alterar o que deseja, aconselho efetuar o teste para ver se está tudo certinho… para isso digite “Neofetch –test”

Para ativar a logo do sistema, por exemplo, você poderá usar o comando “Neofetch –ascii”.

Caso queira saber mais sobre ele, basta acessar o site do desenvolvedor, que na verdade é repositório do Github.

https://github.com/dylanaraps/neofetch/wiki/Installation

É isso ai pessoal!

Espero que gostem.

Até

 

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Terminal do Linux no Windows e erro de console herdado – Como Instalar

Então.

Final de ano, correria mas queria compartilhar este problema que passei com a instalação do Terminal do Linux no Windows 10.

A Instalação é fácil. Se você tiver a atualização de pacote de aniversário do windows ou uma mais recente funciona rapidamente.

1 – Vá em Iniciar e depois Configurações

2 – Atualizações de segurança…

3- Habilita a opção para desenvolvedores do windows 10

4 – Depois através do iniciar pesquise pelo “Ativar ou desativar recursos do windows”

5 – Depois seleciona o windows subsystem pra linux

O Windows vai instalar pra você as atualizações pra que possa usar o Bash…Digite bash no Iniciar do Windows….

 

Agora é que vem (ou não) o problema. Se correr tudo bem, Ele abrirá o prompt e pedirá as informações pra instalação deste bash. Caso contrário (como foi o meu caso) O Prompt abre e fecha muito rapidamente não fazendo nada no seu PC. Neste caso, você deve abrir uma janela do Console do Windows (digite “cmd” no Iniciar e mande rodar) e digitar “bash”, e ai ele mostrará o erro.

“Configurações do console incompativeis. para usar esse recurso, o console herdado deve ser desabilitado”

Obs: este foi o erro apontado para mim. Se aparecer outro pra você me manda uma mensagem que podemos tentar solucionar juntos.

Mas seguindo para resolver este erro é fácil ….

1 Abra o cmd (tecla windows, digite cmd e aperte enter)
2 na barra de título dê um clique com o botão direito do mouse
3 vá em propriedades, aba opções
4 Desmarque a opçao “Usar console herdado (requer reinicialização)

Feito isso, tecla de atalho do windows e digite bash tecle enter e siga as instruções de instalação, feito isso vai funcionar.

 

É isso ai…Um bom Natal e Feliz Ano Novo pra todos os leitores!

E Obrigado pela força, compartilhamento, comentários, críticas e tudo mais…Vocês são demais!

 

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Ícones personalizados na Sidebar Default Sublime Text

sidebar-sublime

A muito tempo sem colocar nada de post resolvi vir postar alguma coisa pequena.

Pra quem usa o Sublime, experimenta os inúmeros temas mas sempre acaba voltando
pro Tema original porque no final ele é mesmo o mais bacana de todos os temas
que existem ai vai uma pequena alteração mais muito legal no Tema Original dele.

O tema original tem como único problema pra mim a “Treeview” original ou “sidebar” como
muitos chamam (inclusive no programa). Quando se trata de projetos e estamos mexendo com
ela fica muito ruim identificar os milhares de documentos referentes ao projeto. Existe
uma solução de UI pra isso que já é usada em muitos outros programas (IDE’s, no caso) que
é iconizar os inúmeros arquivos por tipos (.php, .html, .png, .css, etc).

Com isso, fica mais fácil identificar os arquivos dentro das pastas e sub-pastas do
projeto em que está trabalhando (e por que não projeto(s) aninhados).

A dica aqui é simples. O arquivo zipado em anexo (clique aqui para download) contém um pacote de ícones que eu mesmo
criei mantendo o mesmo estilo original do sublime dos poucos ícones que ele tem. Com
isso você deve apenas descompactar a pasta dentro da sua “Browse Package” de usuário.

O tema original do Sublime, assim como qualquer tema que você instala possui um padrão
de pastas que podem ser subscritas se você colocar no local certo e com isso obter o
resultado desejado. Existem arquivos padrões com nomes padrões e nesta pasta que
estou anexando zipada pra você eles já estão com os devidos nomes aplicados.

A notícias é que esta pasta, dependendo da instalação do Sublime pode mudar de endereço.

Algumas ficam dentro da pasta “packages” e outras simplesmente ficam soltas, dentro da pasta
“Browse packages” mesmo do Usuário.

Para fazer isso, basta ir no menu superior em “Preferences…” -> “Browse Packages” (por isso
chamo a pasta com esse nome, por referência). Então você pode começar tentando diretamente
nesta pasta, se não funcionar ‘e’ se tiver dentro dela outra pasta chamada simplesmente “packages”, você pode (se não funcionar), jogar dentro dela depois.

1 – Crie uma pasta nova chamada “Theme – Default” e pegue os arquivos dentro da pasta descompactada e cole todos lá dentro (ou descompacte o arquivo compactado daqui da matéria diretamente dentro dela).

2 – Abra seu Sublime text que já vai estar funcionando.

Lembre-se, se não funcionar tente recortar esta pasta e colar dentro da pasta “packages” (se existir) e ai vai funcionar.
Conhecimento Adicional 🙂
O Sublime possui ainda uma forma de estilizar a Sidebar do tema original. Pra mim bastou pouca
coisa pra ficar satisfeito. As vezes tenho dificuldade de ler os arquivos por causa do espaçamento original e o tamanho das letras usadas nele. Então bastou mexer um pouquinho no afastamento entre linhas e aumentar um pouco o tamanho da fonte pra poder deixar do jeito que me agradasse. Então é o seguinte.

No mesmo menu superior – “Preferences…” -> “Browse Packages” do seu Sublime, ao abrir a pasta entre na pasta “User”. Dentro dela, se não existir, crie um arquivo chamado “Default.sublime-theme” (caso existe abra ele com um editor de texto ou editor de código como o próprio sublime text por exemplo).

Se ele existir, repare nos códigos que ali existem. Vai perceber um padrão (porque não vou te ensinar a programar aqui né…). De qualquer forma, no meu pessoal deixei apenas…

[
//Sidebar Label
{
“class”: “sidebar_label”,
“color”: [9, 9, 9],
“font.size”: 12.5
},
// Sidebar container
{
“class”: “sidebar_container”,
“layer0.opacity”: 1,
“content_margin”: [0,0,0,0]
},
// Sidebar tree || entries
{
“class”: “sidebar_tree”,
“indent_offset”: 12.5,
“indent”: 15,
“row_padding”: [6,6],
“layer0.opacity”: 1.0,
“indent_top_level”: true
},
]

Se reparar vai ver que estou tratando de forma separada cada padrão de funcionamento da sidebar. Primeiro tratei a label, depois tratei o container (contenedor da sidebar e seu conteúdo) e depois os detalhes da Tree-view. Os comandos são basicamente declarar o local a ser implementado as alterações logo abaixo…

– declaro a class que vai ser afetada (classe css de estilo): “class”: “sidebar_label”,
– declaro qual item da classe deve ser alterado e o valor : “font.size”: 12.5
Para conhecer melhor estes códigos e como eles trabalham no Sublime Text, basta pesquisar pela internet um pouco mais. Uma dica legal é você instalar um tema (SETI_UI por exemplo) e inspecionar este mesmo arquivo de configuração e ver como ele declara o arquivo e como ele funciona. Indico este tema porque é de um dos desenvolvedores do Sublime Text mesmo que criou, então é um bom tema pra estudar e conhecer melhor o Sublime.

Pra quem como eu gosta do Tema Default mas gostaria de fazer os “acertos detalhados das arestas” vai gostar de estudar um pouco sobre isso, o pouco que se estuda trás grande satisfação na hora de usar o programa.

É isso ai pessoal, espero ter ajudado com a foforização do seu Sublime.
Vlw !

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Instalando e configurando JAVA no seu Linux.

Todo mundo que desenvolve precisa, seja pra rodar máquina virtual ou pra acessar seu banco ou outra necessidade essencial o JAVA está presente como a propaganda mesmo fala em milhões de dispositivos pelo mundo. Para os desenvolvedores em especial ainda é muito importante ter o JAVA instalado e configurado na sua máquina. No Linux, mais especificamente no Ubuntu e suas distros tem milhares de posts falando em como instalar (incluindo este né…) o bendito na sua máquina.
Me deparei com este problema aqui, não porque não tinha mas porque não estava corretamente configurado. Então aproveitando a problemática resolvi fazer minhas consultas pra solucionar o problema.
Praticamente em todos os posts a repositório é sempre o mesmo, o PPA. Então resolvi ir direto na fonte e pesquisar pois lá tem a informação de como instalar passo a passo. Geralmente as pessoas vão em posts como este para poder saber como fazer isso, então vou ser o mais reto possível nisso passando a informação da forma PPA de instalar que deve ser a mais correta, certo?
Primeiro se desejar fazer o mesmo segue o link do PPA para isso:
Mas para os mais preguiçosos segue os comandos abaixo, ele é pra instalação e configuração do mesmo.
Vai ter usar o terminal (Digita ai as teclas em conjunto…CTRL+SHIFT+T) pra abrir seu amigo:
sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/java
sudo apt-get update
sudo apt-get install oracle-java8-installer
A primeira linha baixa e instala e configura o repositório PPA do Java na sua máquina. A segunda atualiza a sourcelist de atualizações do seu linux e a terceira instala efetivamente o JAVA na versão 8 que é a última agora. Demora mesmo mas ele vai mostrando o progresso da instalação passo a passo.
Quando acabar…verifica se a instalação está OK…digitando no terminal :
java -version
e digite também …
javac -version
Se ele informar que o comando não foi reconhecido (o que era o meu caso) então você vai ter de configurar as variáveis de ambiente. Tem o jeito manual pra quem gosta…digitando linhas de comando direto pra gravação das paths e tem o jeito automatizado, que o JAVA possui dentro dele como script pra fazer isso pra você…Vamos primeiro a mais fácil, automatizada.
sudo apt-get install oracle-java8-set-default
Com este comando você configura as suas variáveis de ambiente. Repita os comandos anteriores java -version e javac -version para se assegurar. Então, se der tudo certo pode partir pro abraço.
Mas caso não funcione, ai vamos pra configuração mais complicadinha…a pros teimosos…
Primeiro configura a variável JAVA_HOME:
export JAVA_HOME=/opt/jdk1.8.0_66
Depois a Variável JRE_HOME:
export JRE_HOME=/opt/jdk1.8.0_66/jre
E finalmente a variável PATH:
export PATH=$PATH:/opt/jdk1.8.0_66/bin:/opt/jdk1.8.0_66/jre/bin
Depois disso, você tenta de novo, deve funcionar agora…o java -version e o javac -version
Espero ter ajudado….pra mim funfou 😉
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Conheça o Gerador de Templates em Branco para WordPress Online

telaSiteGerador

Se você desenvolve Sites para clientes particulares como eu, o famoso Freela-man, com certeza já utilizou a plataforma CMS para desenvolver estes Sites. Quando o assunto é criar Sites para clientes que precisam gerenciar conteúdo e não querem depender dos desenvolvedores o CMS é uma alternativa quase certa, poupa tempo, já te dá a interface necessária para administrar via back-end o front dos Sites.

Os que mais utilizo são o WordPress e o Joomla. Particularmente acho o Joomla mais Profissional, sua interface Administrativa é bem mais intuitiva e a nível de UI mais bem elaborada que o WordPress que possui um painel de controle confuso e plugins que se comportam da forma mais diferente possível.

Em compensação de um tempo pra cá o Joomla tem se tornado uma ferramenta mais difícil de se trabalhar, encontrar bons plugins gratuitos e extensões que não exijam um nível maior de conhecimento para se desenvolver com ele. Isso é, tem se tornado uma ferramenta mais chata de se desenvolver. Ainda prefiro ele, mesmo com as dificuldades que ando observando pelos motivos ditos anteriormente.

No entanto, o WordPress se difundiu muito mais entre os leigos e a internet, as pessoas preferem ele pois tem mais plugins, mais templates e mais opções. Como as pessoas comuns não ficam fazendo nada além de geralmente fazer posts, então o WordPress é o líder do Segmento. Ele também é mais fácil de se Desenvolver, possui estrutura fragmentada (ou particionada) e além de milhares de materiais na internet de consulta, é o campeão de gente comum, não desenvolvedor.

Se você é como eu e odeia ter de ficar pegando templates para WordPress na Internet e ficar horas tentando entender como ele funciona e desvendando como alterar o template para se adequar aos desejos de seus clientes e geralmente ou prefere recorrer aos “builders” de WordPress ou Frameworks para criar seus templates do zero, ou ainda ficar bastante tempo criando na mão mesmo existe uma ferramenta na internet muito boa que pode lhe ser uma “mão na roda” na hora de iniciar um novo projeto WP. E ele se chama Underscores (http://underscores.me/).

Basicamente, o que ele faz é criar uma estrutura em branco de template para WordPress, você entra no Site, digita o nome do template (ou do projeto) para dar um nome ao template e faz o download dele clicando no botão ao lado do campo que digitou o nome (generate).

Depois é instalar normalmente no seu WordPress como um template qualquer. Ele vem em branco. Analisando a estrutura dele você vai ver que ele é bem comum, fácil de entender sua estrutura dando bastante liberdade e com alguns layouts já criados dentro dele referentes a posicionamento de menu entre outros (sidebar, footer, search, error404, etc). Vale bastante à pena fuçar nem que seja pra conhecer ou estudar como ele funciona, sempre acrescenta.

Ele também vem com uma estrutura básica de css e html que você pode implementar o framework que desejar como bootstrap ou material design ou outra desejada…ele já vem com o mínimo para que você possa detectar o que vai aonde.

Vai lá e confere, vale à pena.

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ScreenFetch – Seu terminal Linux incrementado com Logo da Distro

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Depois de ficar bastante tempo sem escrever nada porque ferreiro de casa, espeto de pau. Principalmente na nossa área pra quem trabalha com Tecnologia é complicado ter tempo pra ficar dedicando a alimentar Blog, atualizar o próprio site, estas coisas…afinal estamos sempre com clientes pra atender, trabalhos pra fazer, estudo pra por em dia, compromissos acadêmicos e outros que acabam com nosso tempo, resolvi escrever esse post que é pequeno mas pra quem, como eu,  curte incrementar suas distros linux (e tudo que tem dentro delas) pode ser bem legal.  Mas chega de papo furado…

Quem usa muito o terminal do Linux e tá a fim de dar uma cara legal nela e ainda de plus ter as informações do sistema com facilidade existe um pequeno (pequeno mesmo) aplicativo pra Bash que se chama ScreenFecth. Ele faz basicamente é informar pra você via terminal as informações do seu sistema e coloca a logo que representa sua distro desenhada em ASCII no seu terminal.

Tem muito artigo ensinando a instalar via linha de comando mas muitos são chatos e complicados pra quem não é usuário avançado do Linux. Então resolvi fazer este post ensinando de forma muito fácil, usando um arquivo “.DEB” atualizado sempre na última versão a instalar baixando ele direto do PPA atualizado e instalando via instalador gráfico do Ubuntu ( ou distros baseadas nele).

Primeiro passo, é baixar a versão do ScreenFetch atualizada no link PPA dele, o arquivo .DEB. Para isso entre no link abaixo:

https://launchpad.net/~djcj/+archive/ubuntu/screenfetch/+packages

OBS: Lembrando que são pras distros Ubuntu incluindo ele mesmo. Eu particularmente gosto mais do pacote criado pela “vivid” pois é um pacote para sistemas 64 bits enquanto o “Trusty” e o “precise” usam pacotes 32bits, então se sua distro for 64 bits baixe o “Vivid” que é a primeira opção de download.

pacotex64-screenfetch

Baixe o pacote “.deb” para o seu micro e depois simplesmente clique nele pra começar a fazer a instalação direto pelo instalador de programas visual do seu Linux.

Uma vez instalado, abra seu terminal e digite “screenfetch” para executar o programa e ele mostrar na tela do seu terminal a imagem com os dados da sua distro.

imagem-terminal-screenfetch

No meu caso estou usando no meu Notebook mais antigo a distro Mint então a logo que aparece é a dele, se o seu for Ubuntu por exemplo, vai aparecer a logo do Ubuntu, sempre a referente a sua distro, isso é automático. Também irá aparecer os dados do seu micro e do S.O e estas informações são sempre úteis.

Existem vários outros comandos mostrando estas informações em outros formatos (screenfetch -v, screenfetch -e, screenfetch -V, screenfetch -n, etc…) Para ver todas as variações digite “screenfetch -h”.

Depois disso fica a pergunta quase sempre que é “Como eu faço pra colocar default no meu terminal toda vez que eu abrir ele para que mostre o screenfetch com a logo?”

Isso é fácil (de certa forma é…). Basta você ir no seu arquivo de configuração do terminal, o arquivo “.bashrc” no seu diretório home e editar ele, pode ser até mesmo no gedit por exemplo e adicionar (colar) na última linha o seguinte comando:

if [ -f /usr/bin/screenfetch ]; then screenfetch; fi

Salve seu arquivo editado e reinicie seu terminal e quando abrir novamente voalá…ele executará toda vez que abrí-lo.

Para facilitar, caso desejem segue ai em anexo meu próprio arquivo .bashrc para download, dai é só salvar (não se esquece de fazer backup do seu caso não goste do visual do meu) na sua pasta home do linux. CLIQUE AQUI

Espero que tenham gostado…Dúvida é só colocar nos comentários que SEMPRE respondo.

Abraços.

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